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Apenas quatro corretoras de criptomoedas aguardam a aprovação do Banco Central no Brasil

A pouco mais de um mês do prazo final do novo regime regulatório de criptomoedas, fontes locais indicam que apenas cinco VASPs apresentaram pedidos de autorização ao Banco Central do Brasil, e um deles já foi rejeitado.

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Apenas quatro corretoras de criptomoedas aguardam a aprovação do Banco Central no Brasil

Principais conclusões

  • As novas regras rigorosas do Brasil e a exigência de capital de US$ 7,2 milhões estão forçando saídas em massa das corretoras de criptomoedas.
  • Apenas cinco VASPs se inscreveram antes do prazo final de 30 de outubro, e analistas estimam que apenas 10 das 300 empresas serão aprovadas.
  • Plataformas estrangeiras como a Lemon estão saindo do mercado, e novos candidatos enfrentam uma espera de até três anos para obter as licenças.

Apenas cinco corretoras solicitaram licenças de operação no Brasil

A estrutura regulatória para criptomoedas proposta e aprovada pelo Banco Central do Brasil está consolidando o setor de criptomoedas do país, com muitas corretoras encerrando suas operações e saindo do país.

De acordo com o Valor Econômico, apenas cinco prestadores de serviços de ativos virtuais (VASPs) solicitaram autorização para operar no Brasil, sendo que um já foi rejeitado e quatro ainda estão em análise.

Fontes internas afirmam que o pedido rejeitado veio de uma empresa que não conseguiu comprovar que estava operando no país antes de 2 de fevereiro, quando as novas regras entraram em vigor, e também não atendia aos novos padrões mínimos de capital. As empresas que buscam aprovação não foram divulgadas.

Tatiana Guazzelli, sócia do Pinheiro Neto Advogados, acredita que o número de pedidos aumentará em outubro, à medida que as empresas esclarecerem suas dúvidas sobre o novo regime e receberem orientações do Banco Central.

No entanto, a estrutura imposta pelo Banco Central, que exige que as corretoras apresentem relatórios constantes, elaborem planos de conformidade e mantenham um capital de até US$ 7,2 milhões, já causou impacto no setor, com várias empresas saindo do mercado antes de 30 de outubro, data em que termina o prazo para a apresentação desses pedidos.

Analistas estimaram que apenas 10 VASPs, de um total de cerca de 300 empresas, teriam a estrutura necessária para cumprir as novas regulamentações, incluindo os requisitos mínimos de capital para operar.

Em 17 de setembro, a Lemon, uma corretora com sede na Argentina, comunicou que encerraria suas operações. A empresa destacou que a obtenção de uma licença exigiria “imobilizar uma quantia desproporcional de capital para o tamanho de nossa operação nesse mercado”.

Após 30 de outubro, outras corretoras poderão se inscrever para receber a autorização do Banco Central. No entanto, elas terão que aguardar a emissão dessas autorizações antes de iniciar as operações, um processo que pode levar até três anos.

As corretoras já estabelecidas no Brasil ainda podem operar enquanto o banco analisa o pedido. As associações do setor estão solicitando uma prorrogação desse prazo devido ao tempo necessário para implementar as recomendações do Banco Central quanto aos requisitos de conformidade e capital.

Este artigo foi traduzido do inglês usando IA. A versão original em inglês é a fonte autorizada; traduções automáticas podem conter imprecisões, especialmente em terminologia jurídica e regulatória.

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