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Operação Commodity: Polícia brasileira desmantela rede de lavagem de dinheiro proveniente de cocaína e criptomoedas no valor de US$ 196 milhões

O grupo, que está ligado a remessas de cocaína superiores a 6,5 toneladas para a Europa através do porto do Rio de Janeiro, utilizava sacas de café e cimento para disfarçar as drogas. O dinheiro obtido com essas vendas era lavado por meio de empresas de fachada, incluindo concessionárias de carros de luxo e criptomoedas.

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Operação Commodity: Polícia brasileira desmantela rede de lavagem de dinheiro proveniente de cocaína e criptomoedas no valor de US$ 196 milhões

Pontos principais

  • O Brasil desmantelou uma quadrilha de tráfico que enviou mais de 6,5 toneladas de cocaína para a Europa desde 2021.
  • A Operação Commodity resultou em 13 prisões e no congelamento de quase US$ 196 milhões em ativos ilícitos.
  • Os criminosos utilizaram uma concessionária de carros de luxo e empresas de fachada para lavar o dinheiro do tráfico por meio de criptomoedas.

Operação Commodity desmantela rede de lavagem de dinheiro de 6,5 toneladas de cocaína por meio de criptomoedas no Brasil

A Polícia Federal do Brasil agiu contra uma rede de tráfico de drogas de grande porte que utilizava criptomoedas para lavar os recursos obtidos com a exportação de narcóticos para a Europa.

Na quinta-feira, a Polícia Federal brasileira anunciou os resultados da Operação Commodity, que desmantelou as atividades de um grupo que utilizava o porto do Rio de Janeiro para contrabandear cocaína escondida em cargas de café, cimento e argamassa, enviadas principalmente para a Europa, por meio de uma rede logística que abrangia a América do Sul, a Europa e a Ásia.

As investigações indicam que mais de 6,5 toneladas de cocaína foram traficadas pelo grupo desde 2021 para vários países europeus, incluindo França, Bélgica, Alemanha, Eslovênia e Espanha.

Durante a operação, que abrangeu ações em São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Espírito Santo, foram realizadas 13 prisões preventivas e 44 buscas e apreensões, com os tribunais determinando a apreensão de bens e o congelamento de ativos no valor de até 1 bilhão de reais (quase US$ 196 milhões). Um tiroteio eclodiu em um desses locais, resultando na morte de um suspeito por ferimentos a bala ao resistir à prisão.

O grupo tinha ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), duas organizações criminosas que o governo Trump designou como “Terroristas Globais Especialmente Designados” (SDGTs) e que já haviam sido alvo da Operação Exchange, que desmantelou uma rede de lavagem de dinheiro por meio de criptomoedas no valor de US$ 2 bilhões no início deste mês.

A polícia indicou que uma concessionária de carros de luxo localizada na Grande São Paulo, que oferecia veículos das marcas Ferrari, Porsche, Corvette e Land Rover, fazia parte da operação que utilizava empresas de fachada para lavar os rendimentos do tráfico de drogas por meio de criptomoedas.

Por meio dessas empresas de fachada, os operadores emitiam notas fiscais sem documentação comprovativa, injetando esses recursos no sistema financeiro brasileiro e utilizando criptomoedas para ocultar e dissimular suas transações.

“Os suspeitos serão responsabilizados, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa transnacional, tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro, sem prejuízo de quaisquer outras infrações que possam vir a ser reveladas no decorrer das investigações”, concluiu a Polícia Federal.

Este artigo foi traduzido do inglês usando IA. A versão original em inglês é a fonte autorizada; traduções automáticas podem conter imprecisões, especialmente em terminologia jurídica e regulatória.

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