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Polícia brasileira prende cantores ligados a rede de lavagem de dinheiro com criptomoedas no valor de US$ 320 milhões

As prisões dos dois cantores e de outras pessoas fizeram parte da Operação Narco Fluxo, uma operação de grande envergadura conduzida pela Polícia Federal em vários estados. Os fluxos intermediados por meio de criptomoedas ultrapassaram os US$ 320 milhões, de acordo com um comunicado oficial.

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Polícia brasileira prende cantores ligados a rede de lavagem de dinheiro com criptomoedas no valor de US$ 320 milhões

Pontos principais:

  • A Polícia Federal prendeu MC Ryan SP em uma quadrilha de lavagem de criptomoedas de US$ 320 milhões, e os suspeitos serão indiciados em breve.
  • A Operação Narco Fluxo desmantelou uma rede de criptomoedas de US$ 320 milhões em oito estados, apreendendo ativos para possivelmente indenizar as vítimas em breve.
  • Em novembro, Fernando Haddad observou que o Brasil passará a ter como alvo, cada vez mais, futuros fluxos ilícitos de criptomoedas.

Operação Narco Fluxo desmantela rede de lavagem de dinheiro com criptomoedas de US$ 320 milhões

O Brasil continua combatendo o crime envolvendo criptomoedas e concluiu mais uma grande operação para coibir o uso ilícito de ativos digitais.

De acordo com a mídia local, a Polícia Federal prendeu MC Ryan SP e MC Poze do Rodo, dois cantores de funk populares, como parte dos procedimentos da Operação Narco Fluxo, uma operação de grande visibilidade que desmantelou uma suposta quadrilha de lavagem de dinheiro com criptomoedas que processava grandes quantias de dinheiro.

Raphael Sousa Oliveira, outro influenciador com mais de 27 milhões de seguidores no Instagram, também foi preso durante as batidas policiais, mas seu papel no grupo de lavagem de dinheiro não foi divulgado.

A operação envolveu a execução de 45 mandados de busca e apreensão e resultou em 39 prisões provisórias em 8 estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e Distrito Federal). Mais de 200 policiais participaram da Narco Fluxo, o que atesta a magnitude e o alcance da operação.

A Polícia Federal do Brasil declarou:

“As investigações indicam que os envolvidos utilizavam um sistema para ocultar e dissimular ativos, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro e transações com criptoativos. O volume financeiro movimentado pelo grupo ultrapassa 1,6 bilhão de reais (US$ 320 milhões)”

A Narco Fluxo também incluiu a apreensão de bens ligados à operação de lavagem de dinheiro, com o objetivo de interromper as atividades ilegais e preparar-se para fornecer eventual indenização às partes afetadas por essa iniciativa.

Por fim, a Polícia informou que todos os indivíduos envolvidos podem enfrentar acusações de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão fiscal.

Em novembro, o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destacou que as autoridades se concentrariam no combate ao uso ilícito de ativos em criptomoedas por organizações criminosas, utilizando a Receita Federal do Brasil para esse fim.

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