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A CVM do Brasil cria grupo de trabalho estratégico para regulamentar a tokenização de títulos

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) está se preparando para estabelecer um regime experimental para valores mobiliários nos próximos 60 dias. Para isso, criou um grupo de trabalho com a finalidade de propor as regras e regulamentos que servirão de base para a regulamentação do país.

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A CVM do Brasil cria grupo de trabalho estratégico para regulamentar a tokenização de títulos

Pontos principais

  • A CVM criou um grupo de trabalho para testar valores mobiliários na blockchain e elaborar futuras regulamentações sobre tokens.
  • A iniciativa atende à crescente demanda local, com os volumes de tokenização previstos para ultrapassar US$ 740 milhões em 2025.
  • O grupo, com duração de 120 dias, elaborará um regime regulatório experimental para construir um mercado de capitais digital seguro.

CVM do Brasil se prepara para regulamentar os mercados de tokenização de valores mobiliários

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deu os primeiros passos para estabelecer regulamentações claras sobre a tokenização de valores mobiliários.

Na sexta-feira, a CVM anunciou que criaria um grupo de trabalho para experimentar e testar títulos na blockchain, com o objetivo de regulamentar atividades cruciais envolvendo tokens de títulos, incluindo o registro, depósito, custódia, negociação e liquidação desses ativos digitais.

Em um comunicado à imprensa, a CVM anunciou que as responsabilidades do grupo incluem a realização de estudos comparativos, a análise dos resultados de iniciativas de sandbox regulatória, a promoção de debates com reguladores e participantes do mercado, e a avaliação do impacto das tecnologias descentralizadas no funcionamento e na estrutura do mercado de capitais.

Além disso, o grupo, composto por 14 funcionários da comissão e participantes de outras partes relevantes, também avaliará a segurança cibernética e outros aspectos para propor melhorias à regulamentação atual, estabelecendo o que a CVM chamou de “as bases da futura regulamentação para a tokenização de valores mobiliários”.

A iniciativa demonstra a relevância dessas tecnologias para os mercados financeiros brasileiros, onde investidores já levantaram milhões de dólares em centenas de ofertas de financiamento coletivo.

A CVM estimou que os volumes de tokenização ultrapassariam US$ 740 milhões em 2025, um crescimento substancial impulsionado pelas regras de financiamento coletivo, que permitem emissões de até US$ 2,78 milhões com prazo de 180 dias.

O presidente da CVM, Otto Lobo, destacou a tokenização como “uma transformação estrutural do mercado de capitais” que exige ações regulatórias inovadoras.

“Com este Grupo de Trabalho, a CVM reúne conhecimento técnico para avaliar oportunidades, enfrentar desafios e construir, de maneira coordenada, as bases para um ambiente regulatório moderno e seguro, alinhado à evolução do mercado de capitais brasileiro”, concluiu.

O grupo terá inicialmente duração de 120 dias e poderá ser prorrogado por mais 30. Durante os primeiros 60 dias, ele apresentará uma proposta de regime regulatório experimental para a tokenização de valores mobiliários, enquanto, ao final de sua atividade, entregará um relatório conclusivo com recomendações regulatórias após sua investigação.

Este artigo foi traduzido do inglês usando IA. A versão original em inglês é a fonte autorizada; traduções automáticas podem conter imprecisões, especialmente em terminologia jurídica e regulatória.

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