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Quênia reduz em 40% o limite de capital para stablecoins, para US$ 2,32 milhões, enquanto emissores globais avaliam a entrada no mercado

O Tesouro Nacional do Quênia reduziu em 40% a exigência de capital integralizado para emissores de stablecoins, passando para aproximadamente US$ 2,32 milhões, a fim de incentivar a entrada no mercado de criptomoedas do país, que está em rápido crescimento.

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Quênia reduz em 40% o limite de capital para stablecoins, para US$ 2,32 milhões, enquanto emissores globais avaliam a entrada no mercado

Pontos principais

  • O Tesouro do Quênia reduziu em 40% a exigência de capital para emissores de stablecoins, para US$ 2,32 milhões.
  • Barreiras mais baixas facilitarão a entrada no mercado do Quênia, que a Bybit classificou em 5º lugar globalmente em adoção de criptomoedas.
  • Daqui para frente, o Banco Central do Quênia exigirá uma cobertura de reserva de 1 para 1 e resgates em até dois dias.

Ampla supervisão do Banco Central

O Quênia reduziu o capital integralizado mínimo exigido para emissores de stablecoins em 40%, para cerca de US$ 2,32 milhões (300 milhões de xelins quenianos). O limite revisado, publicado pelo Tesouro Nacional, marca uma mudança significativa em relação aos quase US$ 3,9 milhões propostos no projeto de regulamentação em março passado.

No entanto, o governo queniano manteve medidas rigorosas de supervisão destinadas a proteger os investidores, à medida que a adoção de criptomoedas se acelera no país da África Oriental. O Quênia ficou em quinto lugar globalmente em adoção de criptomoedas no Ranking Mundial de Criptomoedas 2025 da Bybit, com as stablecoins impulsionando pagamentos internacionais e servindo como proteção contra a volatilidade cambial em um mercado que processou dezenas de bilhões de dólares em 2024.

De acordo com as novas regras, o Banco Central do Quênia detém ampla autoridade sobre os emissores de stablecoins e outros prestadores de serviços de ativos virtuais. Esses poderes permitem que o órgão regulador restrinja a circulação de tokens emitidos no exterior, obrigando as plataformas locais a interromper sua oferta.

A estrutura também mantém requisitos rigorosos de reservas. Pelo menos 30% dos fundos dos clientes devem ser mantidos em contas fiduciárias segregadas em bancos comerciais quenianos, com o restante investido em ativos domésticos elegíveis. As stablecoins lastreadas em moeda fiduciária devem manter reservas na mesma moeda que sua paridade.

A Comissão de Legislação Delegada do Parlamento havia pressionado para flexibilizar a regra de investimento local, alertando que isso poderia dissuadir emissores globais, mas o Tesouro manteve a disposição — uma medida que poderia aumentar os depósitos nos bancos comerciais quenianos caso empresas estrangeiras busquem licenciamento local.

As obrigações financeiras variam entre as operadoras. Tanto os emissores de stablecoins quanto os provedores de carteiras devem pagar uma taxa de inscrição de US$ 772, mas os emissores precisam de US$ 2,32 milhões em capital integralizado, em comparação com US$ 1,16 milhão para os provedores de carteiras. Os emissores pagarão mais de US$ 15.400 pela taxa de licença, quatro vezes a taxa de US$ 3.860 cobrada dos provedores de carteiras.

Além disso, os emissores devem manter US$ 463.320 em capital líquido ou 100% do passivo circulante, o que for maior. Os provedores de carteiras devem manter US$ 231.660 ou o equivalente a todas as obrigações de curto prazo por pelo menos 30 dias consecutivos.

As regulamentações proíbem juros ou recompensas vinculadas ao tempo que os clientes mantêm as stablecoins, banindo efetivamente incentivos semelhantes a rendimentos, como bônus de fidelidade. Em vez disso, os emissores competirão em eficiência de pagamento e liquidação.

Para fortalecer a proteção ao consumidor, cada stablecoin deve ser totalmente lastreada na proporção de 1 para 1 por ativos de reserva elegíveis, incluindo dinheiro, depósitos bancários, títulos públicos de curto prazo e outros instrumentos aprovados pelo banco central. Os ativos de reserva devem ser legalmente separados dos fundos da empresa e protegidos de credores em caso de insolvência. Os emissores devem realizar testes de estresse trimestrais, apresentar relatórios mensais de reservas e transações e garantir que os clientes possam resgatar os tokens pelo valor nominal em até dois dias úteis.

Este artigo foi traduzido do inglês usando IA. A versão original em inglês é a fonte autorizada; traduções automáticas podem conter imprecisões, especialmente em terminologia jurídica e regulatória.

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