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Agência Tributária Francesa admite violação de dados após hacker roubar 678 mil registros

A violação envolve dados de contribuintes sob a custódia da Diretoria-Geral de Finanças Públicas, que já confirmou que os autores do ataque tiveram acesso aos endereços e bens imóveis de 678 mil usuários. Os detentores de criptomoedas temem que esse vazamento possa desencadear uma nova onda de violência.

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Agência Tributária Francesa admite violação de dados após hacker roubar 678 mil registros

Vazamento maciço de dados de 678 mil contribuintes preocupa detentores de criptomoedas na França

Uma nova ameaça surgiu na França para os detentores de criptomoedas, já que agentes mal-intencionados acessaram informações pessoais de um grande número de contribuintes.

Um hacker pseudônimo identificado como Zerobytes conseguiu roubar dados de 678.438 contribuintes extraídos do site da Direção-Geral de Finanças Públicas (DGFiP). De acordo com reportagens locais, o invasor alega ter comprometido servidores internos usando uma ferramenta de VPN de pesquisa interna.

O criminoso, que também estaria envolvido em ataques anteriores a instituições francesas, teve seu acesso bloqueado e não conseguiu recuperar todos os dados dos contribuintes da DGFiP. No entanto, o arquivo está sendo vendido por alguns milhares de euros aos interessados.

A DGFiP confirmou que o ataque ocorreu em 12 de junho, ressaltando que “interrompeu imediatamente o acesso a todas as contas utilizadas nos incidentes identificados”, mas que “os controles de acesso realizados nessa ocasião não conseguiram detectar que essas invasões haviam levado ao roubo de dados, devido à sofisticação do ataque”.

A instituição também explicou que os dados de acesso ao site não foram comprometidos e informou que novas medidas de segurança foram implementadas para evitar um vazamento semelhante no futuro.

“A DGFiP entrará em contato diretamente com cada uma das pessoas físicas e profissionais envolvidos na próxima semana. Eles receberão informações individuais por e-mail ou correio, especificando os dados que provavelmente foram consultados ou extraídos e, quando aplicável, as medidas de vigilância a serem adotadas”, concluiu.

Os detentores de criptomoedas franceses expressaram suas preocupações nas redes sociais, temendo que esse novo vazamento possa alimentar mais “ataques de roubo” contra eles. A França se tornou um foco desses crimes depois que um funcionário da Receita supostamente vendeu dados de detentores de criptomoedas de alto perfil.

Alexandre Stachtchenko, chefe de Estratégia e Comunicação da Bitstack, pediu uma moratória na coleta de dados pessoais por instituições estatais, ressaltando que a França colocou os contribuintes em perigo.

“Exijam a moratória: basta de coleta até que o Estado saiba como proteger o que já possui. Entrem em contato com seus deputados. Compartilhem. A privacidade é uma liberdade fundamental que deve ser garantida”, enfatizou.

Até abril, a França havia indiciado 88 pessoas em 12 casos de sequestro relacionados a criptomoedas, com 41 ataques registrados até aquele momento.

Este artigo foi traduzido do inglês usando IA. A versão original em inglês é a fonte autorizada; traduções automáticas podem conter imprecisões, especialmente em terminologia jurídica e regulatória.

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