Bem-vindo ao Latam Insights, uma compilação das notícias mais relevantes sobre criptomoedas da América Latina da última semana. Nesta edição: a Venezuela mantém a proibição da mineração de criptomoedas em meio a picos na demanda por energia; a Tether processa a Titan Holding no Brasil por US$ 300 milhões; e as stablecoins dominam o mercado de criptomoedas do Peru.
Latam Insights: Proibição da mineração de criptomoedas na Venezuela, processo judicial de US$ 300 milhões contra a Tether

Key Takeaways
- Após 7 de maio, a demanda atingiu 15.579 MW; a Venezuela manteve a proibição da mineração e, em seguida, aplicará sanções aos operadores ilegais.
- A Tether processou a Titan Holding por um empréstimo inadimplente de US$ 300 milhões e agora busca o congelamento de ativos para recuperar os fundos.
- A Binance observa que as stablecoins impulsionam 90% do mercado de criptomoedas de US$ 28 bilhões do Peru, com o objetivo de eliminar os intermediários nas remessas.
Venezuela mantém proibição de mineração de criptomoedas enquanto demanda de energia atinge pico de 9 anos
O governo da Venezuela emitiu um comunicado reiterando a proibição em vigor das operações de mineração digital, à medida que o país enfrenta um pico na demanda de energia, levando a medidas de racionamento de energia que afetam os cidadãos.
O comunicado destacou que, em 7 de maio, o Sistema Elétrico Nacional registrou um pico de demanda de 15.579 MW, o maior número em 9 anos, atribuindo esse aumento a uma onda de calor em curso e ao crescimento contínuo da economia do país.
Em relação à mineração de criptomoedas, o comunicado afirma que “a proibição absoluta da mineração digital no território nacional é mantida. Aqueles que praticarem essa atividade ilegalmente serão punidos conforme prevê a lei”. Além disso, as autoridades estabeleceram um plano de fiscalização para cumprir essa ordem.

Tether processa a Titan Holding no Brasil para recuperar empréstimo inadimplente de US$ 300 milhões
A Tether entrou com uma ação em São Paulo para recuperar US$ 300 milhões emprestados à Titan Holding, empresa que faz parte do conglomerado Master, de propriedade de Daniel Vorcaro.
Vorcaro, que foi detido na quinta-feira, também era proprietário do Banco Master, liquidado pelo Banco Central do Brasil em novembro após a detecção de um rombo de US$ 2,2 bilhões em suas reservas.
De acordo com a mídia local, o empréstimo foi concedido pela Tether Investments há um ano, antes que o escândalo do conglomerado Master viesse à tona, afetando mais de 1 milhão de clientes. O empréstimo deveria ser pago até 28 de março, 12 meses após sua concessão.
No entanto, até o momento da redação desta matéria, a Tether não recebeu qualquer pagamento da Titan Holdings. Na ação judicial, a Tether solicita que “seja ordenado o congelamento dos ativos financeiros depositados em contas bancárias, aplicações financeiras, investimentos e quaisquer outros ativos financeiros detidos pelos réus Titan, Master Holding e Master Participações”.
90% do mercado de criptomoedas de US$ 28 bilhões do Peru é agora impulsionado por stablecoins
Daniel Acosta, gerente geral da Binance para a América Latina Norte, comentou recentemente sobre a relevância desses ativos digitais no país, destacando que eles estavam envolvidos na maioria das transações de criptomoedas originadas no Peru.
De acordo com o Criptonoticias, Acosta afirmou que o mercado peruano de criptomoedas tem um volume anual de US$ 28 bilhões, com 90% dessas operações envolvendo stablecoins atreladas ao dólar.
Para Acosta, uma das forças motrizes por trás desse alto nível de adoção é o uso dessas moedas como substituto do dólar para remessas e pagamentos internacionais, já que elas se beneficiam da eliminação de intermediários, reduzindo custos e aumentando a eficiência desses processos.

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