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Binance e Itaú pedem licenças cripto no Brasil; rivais saem

A Binance, importante corretora de criptomoedas, e o Itaú, maior banco do Brasil, formalizaram seus pedidos para se tornarem prestadores de serviços de ativos virtuais. O pedido ocorre no momento em que os prestadores de serviços têm até 30 de outubro para apresentar esses documentos e continuar operando enquanto o banco analisa suas solicitações.

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Binance e Itaú pedem licenças cripto no Brasil; rivais saem

Pontos principais

  • A Binance e o Itaú solicitaram licenças para operar com criptomoedas antes do prazo regulatório do Banco Central, que vence em 30 de outubro.
  • A Binance constituiu uma nova entidade local e suspendeu temporariamente alguns produtos para cumprir as regulamentações nacionais.
  • Regras rígidas de capital e conformidade estão forçando muitas empresas menores do setor de criptomoedas a sair do mercado brasileiro.

Binance e Itaú formalizam pedidos para operar como VASPs no Brasil

As maiores instituições do Brasil estão correndo para obter licenças e entrar no mercado de ativos digitais antes de 30 de outubro, prazo estabelecido pelo Banco Central.

A Binance, a maior corretora de criptomoedas do mundo, e o Itaú, a maior instituição financeira do Brasil, formalizaram recentemente seus pedidos para se tornarem prestadores de serviços de ativos virtuais regulamentados no Brasil.

O Valor Econômico informou que a Binance solicitou uma licença ao Banco Central na sexta-feira, dia 23, e continuará oferecendo seus produtos financeiros enquanto o banco analisa seu pedido. O pedido foi encaminhado pela BBrasil Sociedade Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais, uma nova empresa constituída no Brasil para esse fim.

Thiago Sarandy, diretor-geral da Binance no Brasil, destacou que a Binance busca democratizar o acesso a ativos e investimentos globais de baixo custo para os usuários brasileiros.

“A apresentação desse pedido é um passo decisivo para as operações da Binance no Brasil e reforça nosso compromisso com os usuários brasileiros de oferecer produtos e serviços dentro das condições estabelecidas pela legislação e regulamentação nacionais”, afirmou ele.

Embora a Binance tenha precisado retirar alguns produtos de sua plataforma para cumprir a regulamentação brasileira, ela espera reintroduzi-los posteriormente com o apoio do órgão regulador.

“Esperamos que o diálogo em andamento com o Banco Central nos permita oferecer, em um futuro próximo, outros produtos que foram descontinuados para atender às regulamentações atuais, a fim de permitir que os usuários brasileiros tenham acesso às mesmas oportunidades oferecidas globalmente”, disse Sarandy.

Seguindo a Binance, o Itaú, maior banco do Brasil, também formalizou sua participação no ecossistema de criptomoedas do país na terça-feira. Ao contrário de outros prestadores de serviços de ativos virtuais (VASPs), bancos como o Itaú precisam apenas comunicar sua intenção de obter licença, já que essas instituições já cumprem requisitos mais rigorosos.

O Itaú também oferece negociação de criptomoedas para diversos ativos digitais em sua plataforma, incluindo bitcoin (BTC), ether (ETH) e USDC. Guto Antunes, superintendente de ativos digitais do Itaú Unibanco, destacou que o banco prioriza a segurança do cliente como base sólida para os ativos digitais no país.

“Um ambiente com regras claras e altos padrões de segurança e governança beneficia todo o setor e, especialmente, os consumidores”, afirmou ele.

Os requisitos rigorosos já fizeram com que muitas empresas de criptomoedas saíssem do mercado brasileiro, pois não conseguiram cumprir os requisitos de capital, auditoria, procedimentos de combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo (AML/CTF) e os relatórios constantes exigidos pelo Banco Central. Até 19 de setembro, apenas quatro empresas de criptomoedas haviam solicitado permissão para continuar operando.

As compras de criptomoedas no Brasil despencaram 80% em julho, para US$ 572 milhões, em meio a regulamentações mais rigorosas e regras de combate à lavagem de dinheiro.

Leia agora: Compras de criptomoedas no Brasil despencam 80% em julho para US$ 572 milhões

Este artigo foi traduzido do inglês usando IA. A versão original em inglês é a fonte autorizada; traduções automáticas podem conter imprecisões, especialmente em terminologia jurídica e regulatória.

Sobre o autor

ESCRITO PORSergio Goschenko

Sergio é um jornalista de criptomoedas baseado na Venezuela, com mais de 2.000 artigos publicados, citado em dezenas de artigos e relatórios.