A empresa de pagamentos anunciou nesta terça-feira a integração nativa com a rede de pagamentos rápidos do Brasil, o Pix, permitindo que os usuários comprem e gastem USDT na plataforma da Oobit. A iniciativa tem como alvo um mercado de mais de 170 milhões de usuários que fazem parte da rede Pix.
Oobit integra o Pix: como o aplicativo apoiado pela Tether está levando o USDT a 170 milhões de brasileiros

Pontos principais
- A Oobit integrou o Pix na terça-feira, abrindo assim os mercados de pagamentos em criptomoedas para 170 milhões de usuários brasileiros.
- A Tether liderou uma rodada de investimentos de US$ 25 milhões na Oobit, impulsionando o USDT a conquistar 93% do mercado de pagamentos do Brasil.
- O uso da Oobit cresceu 200%, com os usuários gastando US$ 400 por mês, ampliando a adoção do USDT em toda a América Latina.
Oobit expande a infraestrutura do USDT para a rede Pix do Brasil e tem como meta 170 milhões de usuários em potencial
A Oobit, um aplicativo de pagamentos apoiado pela Tether, alcançou um marco no Brasil que pode potencialmente expandir seu alcance para milhões de pessoas.
Na terça-feira, a empresa anunciou que estava implementando a integração nativa com o Pix, permitindo que os usuários brasileiros utilizem os pagamentos do Oobit sempre que o Pix estiver ativo. De acordo com uma publicação nas redes sociais, os usuários brasileiros agora podem depositar reais com o Pix e receber USDT de forma integrada no aplicativo móvel da Oobit, o que lhes permite concluir pagamentos em segundos com esses fundos e utilizar o USDT como um instrumento de poupança.

O Pix é o sistema de pagamentos mais popular do Brasil, criado pelo Banco Central, com uma base de 170 milhões de usuários, o que representa cerca de 93% de todos os adultos no país.
O consultor da Oobit, Alex Obchakevich, destacou a relevância dessa integração e ressaltou que o processo de pagamento é semelhante ao de qualquer outro aplicativo bancário, o que pode impulsionar a adoção por parte de usuários nativos de criptomoedas que buscam usar seus fundos para despesas do dia a dia.
“A blockchain funciona em segundo plano, enquanto a experiência é idêntica ao fluxo do Pix que os brasileiros já conhecem em todos os aplicativos bancários. Sem novas interfaces, sem atrasos na conversão”, declarou ele.
A iniciativa ocorre no momento em que a Oobit vem se empenhando em expandir-se para a América Latina após uma rodada de financiamento de US$ 25 milhões liderada pela Tether, com a participação de Anatoly Yakovenko, da Solana. Na ocasião, o CEO da Tether, Paolo Ardoino, afirmou que a empresa atuava como um catalisador “derrubando barreiras e facilitando transações sem atritos para detentores de criptomoedas em todo o mundo”.
O Brasil se tornou um mercado-chave para a Oobit. Em maio, quando lançou formalmente seus serviços na Colômbia, a Oobit revelou que sua atividade havia crescido mais de 200% desde que começou a operar no Brasil, com usuários ativos gastando mais de US$ 400 e realizando, em média, 20 transações por mês, aproveitando a integração com cartão de crédito que o aplicativo também oferece.
Este artigo foi traduzido do inglês usando IA. A versão original em inglês é a fonte autorizada; traduções automáticas podem conter imprecisões, especialmente em terminologia jurídica e regulatória.















