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Polygon domina a América Latina: como a rede processou US$ 309 milhões em stablecoins no mês passado

Sandeep Nailwal, cofundador da Fundação Polygon, destacou que a rede administrou mais de US$ 300 milhões em stablecoins provenientes de mercados emergentes em maio. Ele também ressaltou que o crescimento das stablecoins não atreladas ao dólar atingiu 16 vezes nos últimos 6 anos e que isso estava “apenas começando”.

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Polygon domina a América Latina: como a rede processou US$ 309 milhões em stablecoins no mês passado

Principais conclusões

  • Sandeep Nailwal observou que a Polygon atingiu US$ 309 milhões em volume de stablecoins em maio, liderando os mercados de blockchain da América Latina.
  • A Visa constatou que a oferta de stablecoins não indexadas ao dólar atingiu US$ 1,2 bilhão, transformando os mercados emergentes de pagamentos.
  • A BRLA atingiu uma capitalização de mercado de US$ 3,2 milhões, ampliando a adoção de stablecoins não indexadas ao dólar em um importante centro de mercado emergente.

Polygon registra cerca de US$ 309 milhões em volumes de stablecoins na América Latina em maio

Embora as stablecoins atreladas ao dólar tenham se tornado um caso de uso predominante para a tecnologia blockchain, figuras de destaque do setor acreditam que as stablecoins dos mercados emergentes também ganharão relevância em breve.

Sandeep Nailwal, cofundador e CEO da Fundação Polygon, destacou o aumento na atividade que essas stablecoins registraram na rede Polygon em maio.

Infographic about Latam stablecoin's volume rise on Polygon

“A Polygon lidera a adoção de stablecoins na América Latina”, enfatizou ele, revelando que a Polygon superou todas as outras cadeias em maio, registrando US$ 309 milhões em volumes de stablecoins na região, com mais da metade das carteiras ativas na região.

Nailwal ressaltou a relevância desse movimento incipiente, com os volumes de stablecoins não baseadas no dólar em todas as cadeias tendo aumentado 16 vezes em 3 anos. O número de detentores também cresceu 30 vezes.

“Continuamos vendo essa mesma tendência se manifestar na Polygon; as stablecoins de mercados emergentes acabaram de atingir uma nova alta mensal em maio, com a BRLA e a COPM ambas entre as três primeiras”, revelou ele.

A BRLA é uma stablecoin em real brasileiro totalmente lastreada, com capitalização de mercado superior a US$ 3,2 milhões e conectada ao sistema de pagamentos Pix, enquanto a COPM é uma stablecoin atrelada ao peso colombiano.

Embora a América Latina tenha adotado as stablecoins atreladas ao dólar devido à sua função de substituto em economias com altos níveis de inflação e desvalorização, as stablecoins não atreladas ao dólar teriam outras funções, incluindo a digitalização de pagamentos e o aumento da inclusão financeira.

“As stablecoins dos mercados emergentes são o que devemos acompanhar, à medida que todo o dinheiro do mundo migra para a cadeia de blocos. As stablecoins atreladas ao dólar ganham todas as manchetes por enquanto, mas a história dos mercados emergentes está apenas começando e está crescendo na Polygon”, concluiu Nailwal.

Nailwal não é o único a perceber um crescimento no setor de stablecoins não atreladas ao dólar. Um relatório encomendado pela Visa e divulgado em maio constatou que a oferta total dessas stablecoins atingiu US$ 1,2 bilhão, enquanto as transferências mensais registraram US$ 10 bilhões.

Este artigo foi traduzido do inglês usando IA. A versão original em inglês é a fonte autorizada; traduções automáticas podem conter imprecisões, especialmente em terminologia jurídica e regulatória.

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