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O ETF da Bitwise baseado em Solana atinge US$ 1 bilhão em ativos sob gestão (AUM) apenas 10 meses após o lançamento

O fundo negociado em bolsa (ETF) de staking da Solana, da Bitwise, ultrapassou US$ 1 bilhão em ativos apenas 10 meses após o lançamento, tornando a Solana um dos únicos três ativos criptográficos com um ETF acima desse patamar. Esse marco ocorre em um momento em que o SOL registra uma forte recuperação e grandes instituições financeiras ampliam o acesso ao token.

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O ETF da Bitwise baseado em Solana atinge US$ 1 bilhão em ativos sob gestão (AUM) apenas 10 meses após o lançamento

Principais conclusões

  • O BSOL da Bitwise ultrapassou US$ 1 bilhão em ativos sob gestão (AUM) em 10 meses, tornando a Solana a terceira criptomoeda com um ETF de US$ 1 bilhão.
  • Os ETFs da Solana detêm atualmente US$ 1,43 bilhão em ativos líquidos.
  • O SOL subiu 46% em agosto, à medida que a liquidez institucional flui para o mercado.

Bitwise leva ETF da Solana a ultrapassar US$ 1 bilhão enquanto o SOL se recupera 46% neste mês

O ETF de staking da Solana da Bitwise ultrapassou US$ 1 bilhão em ativos sob gestão, um marco que coloca a SOL ao lado do bitcoin e do ether no pequeno grupo de criptomoedas com produtos de ETF de US$ 1 bilhão.

O fundo, que é negociado sob o código BSOL, atingiu a marca exatamente 10 meses após o lançamento, de acordo com a Bitwise.

“O ETF de staking da Solana da Bitwise, o BSOL, acaba de ultrapassar US$ 1 bilhão em ativos sob gestão, exatamente 10 meses após seu lançamento”, afirmou a gestora de ativos no X.

A Bitwise observou que a maior parte dos cerca de US$ 1 bilhão em entradas ocorreu durante um mercado em baixa, sugerindo que os investidores continuaram aumentando sua exposição, apesar de um primeiro semestre difícil para os ativos digitais. Na categoria mais ampla, os ETFs de Solana nos EUA detêm agora cerca de US$ 1,43 bilhão em ativos, representando cerca de 2,35% da capitalização de mercado da SOL.

Fluxos dos ETFs de Solana se mantêm mesmo com a fraqueza do mercado

A reação do mercado ao fato de o BSOL ter ultrapassado US$ 1 bilhão em ativos sob gestão foi reveladora, com o analista de ETFs da Bloomberg, Eric Balchunas, apontando para cerca de US$ 1,7 bilhão em fluxos acumulados em toda a categoria, com poucos indícios de saídas sustentadas, apesar da queda anterior.

O CEO da Bitwise, Hunter Horsley, observou que bitcoin, ether e solana são atualmente os únicos três ativos criptográficos com ETFs que ultrapassaram US$ 1 bilhão. Essa distinção é importante porque a escala dos ETFs pode aumentar a liquidez, atrair grandes investidores institucionais e facilitar o acesso a um ativo por meio de contas de corretagem convencionais.

Bitwise’s Solana ETF Hits $1 Billion AUM Just 10 Months After Launch
Fonte: Hunter Horsley no X

A recuperação da Solana reforçou essa tendência. O SOL subiu cerca de 46% neste mês e está cerca de 80% acima de sua mínima de junho. O token voltou a ficar acima de US$ 100, elevando sua capitalização de mercado para mais de US$ 60 bilhões.

O acesso institucional também está se ampliando fora dos ETFs. A Charles Schwab anunciou, em 27 de agosto, que planeja adicionar negociação à vista para Solana, Avalanche e Chainlink ao Schwab Crypto nos próximos meses. A corretora administra mais de US$ 12 trilhões em ativos de clientes em cerca de 39 milhões de contas.

A combinação de acesso direto à corretora e o crescimento dos ativos em ETFs poderia dar à Solana uma posição mais sólida entre os investidores tradicionais que não querem gerenciar tokens ou carteiras por conta própria.

Para a Bitwise, a marca de US$ 1 bilhão é notável não apenas por causa de seu tamanho, mas também pelo momento em que foi alcançada. Grande parte do capital entrou enquanto os mercados de criptomoedas estavam sob pressão. Com o SOL agora se recuperando acentuadamente, esses fluxos estão começando a parecer menos com negociações oportunistas e mais com uma alocação institucional sustentada.

Este artigo foi traduzido do inglês usando IA. A versão original em inglês é a fonte autorizada; traduções automáticas podem conter imprecisões, especialmente em terminologia jurídica e regulatória.

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