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Latam Insights: EUA impõem sanções contra o cartel de Sinaloa por lavagem de dinheiro com criptomoedas; Venezuela fecha fazenda de mineração

Bem-vindo ao Latam Insights, uma compilação das notícias mais relevantes sobre criptomoedas da América Latina da última semana. Nesta edição, o OFAC impõe sanções ao grupo de lavagem de dinheiro do Cartel de Sinaloa, o governo venezuelano fecha uma fazenda de mineração com 4.000 ASICs e o Bradesco, do Brasil, entra no mercado de custódia de criptomoedas.

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Latam Insights: EUA impõem sanções contra o cartel de Sinaloa por lavagem de dinheiro com criptomoedas; Venezuela fecha fazenda de mineração

Principais destaques

  • O OFAC sancionou seis pessoas envolvidas na lavagem de criptomoedas do Cartel de Sinaloa, com o objetivo de interromper os fluxos ilícitos de fentanil nos EUA.
  • A Venezuela desmantelou uma enorme fazenda de mineração com 4.000 ASICs, economizando 10.000 MW para estabilizar sua rede elétrica.
  • Ao entrar no mercado de criptomoedas, o Bradesco aproveitará sua dimensão para oferecer opções abrangentes de custódia.

EUA sancionam rede do Cartel de Sinaloa por lavagem de lucros do tráfico de drogas por meio de criptomoedas

Na quarta-feira, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) do governo dos EUA sancionou seis indivíduos e duas empresas devido ao seu envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro para o Cartel de Sinaloa, uma das maiores organizações de tráfico de drogas ligadas aos fluxos de fentanil que entram no país.

Armando de Jesus Ojeda Aviles é o chefe dessa rede, que também inclui Jesus Alonso Aispuro Felix, Rodrigo Alarcon Palomares, Alfredo Orozco Romero, Amalia Margarita Romero Moreno e Liliana Orozco Romero. A empresa de segurança Grupo Especial Mamba Negra e o Gorditas Chiwas, um restaurante mexicano com sede em Chihuahua, também foram designados.

Os designados são acusados de organizar um esquema para coletar grandes quantias de dinheiro em espécie, proveniente da venda de drogas ilícitas como fentanil, metanfetamina e cocaína, incluindo o processamento e a conversão dessas quantias em criptomoedas para serem enviadas ao Cartel de Sinaloa, no México.

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Governo venezuelano fecha fazenda de mineração com 4.000 ASICs

Autoridades venezuelanas localizaram e desmantelaram uma megafazenda de criptomoedas com 4.000 ASICs, estimada em consumir até 10.000 MW, causando grave impacto e danos estruturais à infraestrutura energética no estado de Aragua.

A operação, que contou com a colaboração da polícia de inteligência (CICPC), segue várias medidas que o governo venezuelano está tomando, mantendo a proibição das operações de mineração de criptomoedas. O consumo de energia da Venezuela atingiu o maior nível em nove anos, à medida que uma onda de calor em curso atingiu a rede elétrica deteriorada, causando apagões que afetaram a população em geral.

Gigante bancário brasileiro Bradesco entra na corrida pela custódia de criptomoedas

O Bradesco, o segundo maior banco do Brasil com mais de 5.300 agências, anunciou na semana passada que entrará no negócio de custódia de criptomoedas, contando com um parceiro não divulgado.

Renata Petrovic, diretora de inovação do banco, revelou que o banco criou internamente uma estrutura focada em ativos digitais e que essas soluções de custódia seriam oferecidas para todo o espectro de criptomoedas.

“Estamos nos preparando para ter um negócio de custódia de ativos digitais; já temos um parceiro que trabalhará conosco, oferecendo custódia abrangente para todos os ativos, incluindo tokens, criptomoedas e stablecoins”, afirmou Petrovic.