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Latam Insights: Cofundador da Coinbase de olho na Venezuela enquanto o Grupo Salinas adota stablecoins

Bem-vindo ao Latam Insights, uma compilação das notícias mais relevantes sobre criptomoedas da América Latina da última semana. Nesta edição, o cofundador da Coinbase, Fred Ersham, considera investir na Venezuela, o Grupo Salinas firma parceria com a Anchorage Digital e o Brasil proíbe um banco de realizar transações com criptomoedas no exterior.

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Latam Insights: Cofundador da Coinbase de olho na Venezuela enquanto o Grupo Salinas adota stablecoins

Principais destaques

  • Com um patrimônio de US$ 2,6 bilhões, Fred Ersham, da Coinbase, se reuniu com autoridades para explorar investimentos na recuperação financeira da Venezuela.
  • O Grupo Salinas, do México, contratou a Anchorage Digital para, em seguida, utilizar um sistema de stablecoin para fluxos transfronteiriços.
  • Com mais de US$ 1,7 bilhão em fluxos ilícitos, o Brasil multou o Banco Topázio e impôs uma proibição de negociação de criptomoedas por dois anos.

Co-fundador da Coinbase se reúne com autoridades dos EUA e da Venezuela em grande iniciativa de investimento

Fred Ersham, cofundador da Coinbase, corretora de criptomoedas sediada nos EUA, e da Paradigm, uma empresa de capital de risco, viajou várias vezes à Venezuela e tem se reunido com autoridades governamentais, incluindo a presidente interina Delcy Rodríguez e o secretário do Interior dos EUA, Doug Burgum, segundo a Bloomberg.

Ersham, com um patrimônio líquido de US$ 2,6 bilhões, estaria interessado em investir em vários setores da economia venezuelana, incluindo fintech e pagamentos, mas também em energia e gás.

Ele participou esta semana de um evento de tecnologia organizado por um dos principais bancos estatais, o Banco de Venezuela, para promover o potencial do país de se tornar “o melhor país da América Latina”.

Gigante mexicano Grupo Salinas recorre à Anchorage Digital para pagamentos com stablecoins

O Grupo Salinas, um dos maiores conglomerados empresariais do México, com dezenas de empresas, firmou parceria com a Anchorage Digital, uma empresa de serviços de criptomoedas, para integrar stablecoins em seus fluxos de pagamentos internacionais. A Coinpro, uma plataforma de criptomoedas de propriedade do grupo, integrará as Soluções de Stablecoin para Bancos da Anchorage para “comprimir os ciclos de liquidação” em suas operações internacionais.

A Anchorage afirma que sua solução de stablecoins oferece às instituições internacionais a capacidade de incluir operações baseadas em stablecoins com conformidade embutida para pagamentos transfronteiriços e operações de tesouraria.

Nathan McCauley, cofundador e CEO da Anchorage Digital, destacou que as stablecoins estão se tornando parte essencial da infraestrutura bancária. “O Grupo Salinas compartilha nossa convicção de que os dólares digitais impulsionarão a próxima geração de finanças transfronteiriças, e estamos orgulhosos de fazer parceria para dar vida a essa visão”, declarou.

Brasil aplica multa de US$ 3,2 milhões e proíbe o Banco Topázio de negociar criptomoedas por dois anos

A Comissão de Decisão do Processo de Sanção Administrativa (Copas) do Banco Central do Brasil impôs uma proibição de dois anos às operações de negociação de criptomoedas estrangeiras do Banco Topazio devido a irregularidades em transações que totalizaram bilhões de dólares.

O comitê determinou que o Banco Topazio descumpriu medidas de conformidade entre outubro de 2020 e setembro de 2021, quando realizou compras de criptomoedas sem executar procedimentos para determinar a qualificação dos terceiros beneficiados por essas operações.

O volume de negociações do Banco Topazio durante esse período atingiu US$ 1,7 bilhão, envolvendo 15 pessoas jurídicas, sem notificação de operações atípicas. O Topazio foi multado em US$ 3,2 milhões por irregularidades na determinação da capacidade financeira dos clientes, deficiências em seus procedimentos de cadastro e falha na identificação de riscos de AML/CFT (Combate à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo).

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