A Empery Digital vendeu 1.635 BTC por US$ 102,2 milhões após o segundo trimestre, reduzindo seu estoque de bitcoins para 1.279 BTC. Com a maior parte dos BTC restantes dados em garantia de dívidas e um possível compromisso imobiliário de US$ 62,1 milhões pela frente, a flexibilidade de liquidez da empresa ficou mais restrita.
Empery vende 1.635 BTC por US$ 102,2 milhões em meio à escassez de liquidez

Principais conclusões
- A Empery vendeu 1.635 BTC por US$ 102,2 milhões, reduzindo suas participações para 1.279 BTC e diminuindo sua liquidez.
- A penhora de 954 BTC da Empery para garantir uma dívida de US$ 35 milhões destaca o crescente risco de garantias de criptomoedas no tesouro.
- A Empery pode enfrentar uma exigência de resgate de US$ 62,1 milhões da EMHU, com apenas 325 BTC disponíveis para futuras necessidades de liquidez.
Empery reduz suas participações em Bitcoin para 1.279 BTC
A Empery Digital está reduzindo seu estoque de bitcoins em ritmo acelerado, à medida que obrigações de dívida e possíveis gastos com data centers disputam o capital.
A empresa vendeu 1.635 BTC por US$ 102,2 milhões entre 1º de julho e 6 de agosto, de acordo com seu último relatório trimestral. Isso deixou a Empery com 1.279 BTC. No entanto, 954 BTC foram dados em garantia para uma dívida de US$ 35 milhões. Isso deixa apenas 325 BTC disponíveis, uma queda acentuada em relação aos 1.375 BTC registrados em 30 de junho.
As vendas ampliam uma mudança mais ampla na estratégia de tesouraria da Empery. Durante o primeiro semestre do ano, ela vendeu outros 1.167 BTC por US$ 80,1 milhões, ao mesmo tempo em que realizou gastos significativos com recompra de ações e redução da dívida.
O tesouro de bitcoins se torna uma ferramenta de liquidez
A Empery utilizou o caixa proveniente da emissão de ações e das vendas de bitcoins para atender a diversas necessidades de financiamento durante o primeiro semestre.
A empresa gastou US$ 54 milhões na recompra de ações, pagou US$ 50 milhões no âmbito de sua linha de crédito de recompra (repo) e efetuou um pagamento separado de US$ 10 milhões referente a um empréstimo. Ela não especificou exatamente como os recursos individuais provenientes da venda de bitcoins foram alocados entre esses usos.
A estrutura de empréstimos da empresa também exerce pressão sobre seus ativos remanescentes. Os termos alterados exigem garantia equivalente a 174% do saldo do empréstimo. Uma chamada de margem é acionada se esse índice cair abaixo de 153%, enquanto a liquidação pode ocorrer abaixo de 143% se o déficit não for sanado em até 12 horas.
A Empery transferiu 576 BTC para seu credor em fevereiro e outros 186 BTC em junho, após solicitações de garantia. O documento apresentado não divulgou nenhuma liquidação forçada.
Após 30 de junho, a empresa pagou US$ 20 milhões da dívida. Seu credor devolveu 585 BTC, reduzindo a garantia dada de 1.539 BTC para 954 BTC.
Compromisso com o data center pode aumentar a pressão
A Empery pode enfrentar outra necessidade considerável de caixa por meio de uma transação imobiliária proposta para um data center.
A empresa já contribuiu com US$ 2,9 milhões para a EMHU, um empreendimento imobiliário separado administrado pela Texstack. Se a aquisição for concluída, a Empery poderá ser obrigada a contribuir com mais US$ 62,1 milhões.
Esse compromisso é independente do investimento de US$ 20 milhões já realizado pela Empery na Cardinal Data Power, que lhe rendeu uma participação de aproximadamente 8%.
Em 30 de junho, a Empery reportou US$ 3,7 milhões em caixa, incluindo caixa restrito, e um déficit de capital de giro de US$ 5,7 milhões. A administração afirmou que o caixa existente, as operações, os rendimentos de derivativos, os empréstimos e as possíveis vendas de bitcoins devem cobrir as necessidades planejadas por mais de um ano.
Ainda assim, com o saldo de bitcoins não restritos reduzido para 325 BTC, novas exigências de garantias ou a conclusão da transação imobiliária deixariam a Empery com uma margem de manobra consideravelmente menor.
Este artigo foi traduzido do inglês usando IA. A versão original em inglês é a fonte autorizada; traduções automáticas podem conter imprecisões, especialmente em terminologia jurídica e regulatória.










