A Assembleia Legislativa de El Salvador, que é quase completamente controlada pelo Presidente Nayib Bukele, aprovou uma reforma que permite explicitamente ao presidente optar por reeleição quantas vezes desejar. Enquanto muitos elogiaram a mudança, outros afirmam que isso é semelhante ao que Hugo Chávez fez na Venezuela.
É Bukele o Próximo Chávez? Assembleia Legislativa de El Salvador Aprova Reforma de Reeleição 'Indefinida'
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Assembleia Legislativa Controlada por Bukele Aprova Mudanças de Reeleição ‘Indefinida’ e Aumenta o Mandato Presidencial para 6 Anos
A Assembleia Nacional de El Salvador aprovou uma série de reformas controversas que permitirão que candidatos presidenciais optem por reeleição quantas vezes quiserem, permitindo abertamente que o Presidente Bukele participe das próximas eleições.
As mudanças, que foram aprovadas com 57 votos a favor e 3 contra, também modificaram o mandato presidencial efetivo, estendendo-o de cinco para seis anos, e simplificaram as eleições, eliminando o segundo turno que existia anteriormente. Ana Figueroa, uma deputada eleita pelo partido Nuevas Ideas, de Bukele, elogiou as mudanças, afirmando que foram concebidas para permitir que o povo salvadorenho tenha a oportunidade de experimentar o “poder total”.
Ela também se referiu à redução de custos e à obtenção de maior estabilidade como os objetivos do aumento do período presidencial.
No entanto, o movimento foi rejeitado por deputados que se opõem à liderança de Bukele. Durante a sessão parlamentar, Marcela Villatoro mostrou um cartaz afirmando que a democracia havia morrido naquele dia, criticando as mudanças e como foram aprovadas.
Bukele defendeu as mudanças promulgadas, afirmando que o problema estava relacionado à ação soberana de um “país pobre”. Nas redes sociais, ele declarou:
90% dos países desenvolvidos permitem a reeleição indefinida de seu chefe de governo, e ninguém pisca os olhos. Mas quando um pequeno, pobre país como El Salvador tenta fazer o mesmo, de repente é o fim da democracia.
As mudanças levaram analistas internacionais a comparar Bukele, que foi eleito com mais de 80% dos votos em fevereiro de 2024 em meio a controvérsias sobre a legalidade de sua participação, com o falecido Presidente venezuelano Hugo Chávez, que também propôs reformas semelhantes.
“Eles estão seguindo o mesmo caminho da Venezuela. Começa com um líder que usa sua popularidade para concentrar poder e termina com uma ditadura,” destacou Juanita Goebertus, Diretora da Divisão das Américas da Human Rights Watch, enfatizou.
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Este artigo foi traduzido do inglês usando IA. A versão original em inglês é a fonte autorizada; traduções automáticas podem conter imprecisões, especialmente em terminologia jurídica e regulatória.















