O objetivo é facilitar o acesso às opções de crédito digital baseadas em bitcoin da Strategy e da Strive no Brasil. O DIGY11 será negociado em reais brasileiros, e os rendimentos serão distribuídos mensalmente, com estimativa de atingir a taxa média de juros dos depósitos interbancários mais até 5%.
A OranjeBTC mira a B3 do Brasil com o ETF DIGY11, apoiado por uma estratégia

Pontos principais
- A OranjeBTC do Brasil está lançando o ETF DIGY11, oferecendo aos investidores locais exposição regulamentada a ações com forte presença de bitcoin.
- Com estreia prevista para setembro, o fundo paga mensalmente em moeda brasileira e oferece rendimentos de até 5% acima das taxas bancárias.
- Isso expande o modelo de crédito digital dos EUA para a América Latina, combinando renda com forte proteção patrimonial.
OranjeBTC anuncia lançamento do DIGY11 nas bolsas de valores brasileiras
A OranjeBTC, uma das maiores empresas de tesouraria de bitcoin do Brasil, anunciou uma iniciativa para abrir os mercados locais às opções de crédito digital em bitcoin.
Durante o Blockchain Rio, a empresa revelou o DIGY11, um fundo negociado em bolsa (ETF) que oferecerá exposição a ações emitidas pela Strategy (por meio da STRC) e pela Strive (por meio da SATA), e distribuirá mensalmente, em moeda brasileira, a renda recebida pela gestão desses ativos.
Para futuras inclusões, os emissores devem manter pelo menos 50% de seus ativos totais em bitcoin e possuir um mínimo de 4.000 BTC, limitando o fundo a ações focadas em bitcoin.
Administrado pela 3R Investimentos, seguindo um índice de referência fornecido pela MarketVector e sob gestão do Banco Daycoval, o ETF contará com proteção cambial e deve estrear na B3 do Brasil em setembro, sem investir diretamente em BTC.
Espera-se que os rendimentos atinjam a taxa média de depósito interbancário mais até 5% ao ano, com o objetivo de distribuir rendimentos mensalmente.
“Desenvolvemos o DIGY11 com base na revolução que a Strategy e a Strive estão promovendo nos mercados de capitais dos EUA. São instrumentos que combinam renda recorrente com alta proteção patrimonial, respaldados por alguns dos maiores balanços patrimoniais de Bitcoin do mundo”, declarou Guilherme Gomes, fundador e CEO da OranjeBTC.
Ele explicou que o objetivo da empresa era transformar essa inovação para que os investidores brasileiros pudessem acessar essas oportunidades por meio de canais regulamentados. Ele também ressaltou que o instrumento conta com o respaldo dos balanços patrimoniais das empresas envolvidas.
“Para cada dólar de distribuição anual, há cobertura patrimonial relevante em Bitcoin e dinheiro. É uma estrutura diferenciada, que combina renda recorrente com ativos globais, líquidos e escassos”, destacou.
O presidente executivo da Strategy, Michael Saylor, comemorou a expansão da chamada classe de ativos de Crédito Digital. “Ver isso chegar aos investidores latino-americanos por meio de um veículo local e regulamentado é exatamente o tipo de expansão para a qual a STRC foi criada”, concluiu.
Este artigo foi traduzido do inglês usando IA. A versão original em inglês é a fonte autorizada; traduções automáticas podem conter imprecisões, especialmente em terminologia jurídica e regulatória.












