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Robert Kiyosaki prevê ouro a US$ 10 mil e prata a US$ 200, enquanto a dívida dos EUA se aproxima de US$ 40 trilhões

Robert Kiyosaki está apostando na prata à medida que a dívida federal se aproxima dos US$ 40 trilhões, citando previsões de que o ouro e a prata terão uma alta acentuada. Seu alerta reacende as dúvidas sobre dinheiro, inflação e estratégias voláteis de ativos tangíveis.

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Robert Kiyosaki prevê ouro a US$ 10 mil e prata a US$ 200, enquanto a dívida dos EUA se aproxima de US$ 40 trilhões

Pontos principais

  • A dívida pública total dos EUA em circulação ficou em cerca de US$ 39,93 trilhões.
  • Kiyosaki citou previsões de US$ 10.000 para o ouro e US$ 200 para a prata.
  • Ele identificou a prata como seu metal preferido para agosto.

Robert Kiyosaki aposta na prata à medida que a dívida federal se aproxima de US$ 40 trilhões

Robert Kiyosaki, autor de “Pai Rico, Pai Pobre”, instou seus seguidores a refletirem sobre como reagir ao aumento da dívida federal em uma postagem de 15 de agosto no X, ao mesmo tempo em que destacou previsões ambiciosas para os metais preciosos. Suas observações surgiram no momento em que os investidores avaliavam a inflação, a política fiscal e se ativos escassos poderiam preservar o poder de compra de forma mais eficaz do que o dinheiro em espécie.

Kiyosaki afirmou:

“A DÍVIDA NACIONAL DOS EUA CHEGARÁ A US$ 40 TRILHÕES EM BREVE!! P: O que você está fazendo a respeito?”

O conjunto de dados “Debt to the Penny” do Tesouro dos EUA situou a dívida pública total em circulação em aproximadamente US$ 39,93 trilhões em 13 de agosto. Esse total compreendia cerca de US$ 32,20 trilhões detidos pelo público e US$ 7,73 trilhões em participações intragovernamentais, deixando o valor total cerca de US$ 65,18 bilhões abaixo dos US$ 40 trilhões.

O famoso autor acrescentou:

“Amigos muito mais inteligentes do que eu, como Jim Rickards, estão prevendo que a prata chegará a US$ 200 a onça e o ouro a US$ 10.000 a onça em breve. Das duas… acho que a prata é a melhor escolha em agosto de 2026.”

Kiyosaki não apresentou nenhum cronograma nem cálculo de apoio para nenhuma das duas metas. A previsão de Rickards de US$ 10.000 para o ouro situava o metal nesse nível antes do final de 2026 e citava a demanda dos bancos centrais, a oferta restrita e compras institucionais mais amplas.

A prata surge como a preferência de Kiyosaki para agosto

Kiyosaki identificou a prata como sua escolha preferida entre os dois metais para agosto, embora o metal seja negociado bem abaixo dessa meta. A prata foi negociada a cerca de US$ 65,33 a onça em 15 de agosto, aproximadamente um terço dos US$ 200, e acima dos US$ 121 atingidos em 29 de janeiro. Sua previsão dá continuidade a uma posição expressa em dezembro, quando ele previu que a prata poderia atingir US$ 200 em 2026 e associou os preços mais altos à desvalorização da moeda e aos riscos de inflação.

O renomado autor manteve sua perspectiva sobre os metais mesmo diante de movimentos bruscos nos preços, tratando as quedas como oportunidades para aumentar suas participações. Em julho, ele reforçou uma perspectiva otimista para o ouro e a prata depois que ambos os metais registraram fortes recuos, embora reconhecendo que uma volatilidade adicional poderia anteceder qualquer alta sustentada.

A trajetória do ouro continua sensível a várias forças conflitantes, incluindo taxas de juros, movimentos cambiais, riscos geopolíticos e demanda dos investidores. O relatório “Gold Demand Trends” do segundo trimestre do World Gold Council, publicado em 30 de julho, destacou condições que poderiam sustentar o metal, embora reconheça que um crescimento econômico mais forte, rendimentos elevados ou um dólar mais firme poderiam restringir o desempenho.

Alerta sobre a dívida amplia as críticas de longa data de Kiyosaki ao dinheiro

O aumento do endividamento federal tem permanecido no centro das críticas de Kiyosaki às finanças públicas e à poupança convencional. Em junho, ele questionou como uma tributação pesada coexiste com uma dívida crescente, relacionando os gastos federais com sua preferência por ouro, prata e bitcoin em detrimento de ativos diretamente vinculados à moeda emitida pelo governo.

A inflação reduz o poder de compra do dinheiro e das economias quando os preços sobem mais rápido do que os retornos sobre os ativos em dinheiro, embora o crescimento da dívida federal não produza automaticamente uma inflação ao consumidor proporcional. Os níveis gerais de preços refletem múltiplas forças, incluindo condições monetárias, demanda do consumidor, interrupções no abastecimento, crescimento salarial e expectativas sobre custos futuros.

Kiyosaki enfatizou:

“Quem poupa dinheiro é o MAIOR PERDEDOR!!!!”

Dados de mercado mostram o que as previsões exigiriam

O ouro precisaria mais que dobrar em relação aos níveis atuais para atingir a meta de US$ 10.000 de Rickards. O metal era negociado a cerca de US$ 4.365 a onça em 14 de agosto. O ouro registrou média de US$ 4.506,29 por onça no segundo trimestre, um aumento de 37% em relação ao ano anterior, enquanto os bancos centrais compraram 288,9 toneladas métricas e os fundos negociados em bolsa (ETFs) de ouro registraram saídas de 44,8 toneladas métricas.

A prata enfrenta um cenário diferente de oferta e demanda, à medida que a demanda por investimentos se fortalece, enquanto o consumo industrial enfraquece. O “World Silver Survey 2026” do Silver Institute, publicado em 15 de abril, prevê que a demanda por moedas e barras líquidas suba 18%, para 257,6 milhões de onças este ano, ante 217,7 milhões em 2025. A demanda industrial deve diminuir mais 3%, com o consumo no setor fotovoltaico caindo 19%, para 151,0 milhões de onças.

A oferta global de prata deve se contrair 2% em 2026, com a produção das minas permanecendo praticamente estável após atingir 846,6 milhões de onças no ano passado. Ainda se espera que o mercado registre um déficit de 46,3 milhões de onças, seu sexto déficit anual consecutivo. Essas condições poderiam sustentar os preços, mas não garantem que a prata alcance US$ 200.

Este artigo foi traduzido do inglês usando IA. A versão original em inglês é a fonte autorizada; traduções automáticas podem conter imprecisões, especialmente em terminologia jurídica e regulatória.

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