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Revolut pondera futura oferta pública inicial e antecipa o lançamento da versão beta na Índia

O neobanco sediado no Reino Unido poderá abrir o capital nos próximos dois anos, de acordo com declarações de seu cofundador e CEO, Nik Storonsky. Durante sua última rodada de financiamento, realizada em outubro, a empresa atingiu uma avaliação de US$ 75 bilhões, ante US$ 45 bilhões anteriormente.

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Revolut pondera futura oferta pública inicial e antecipa o lançamento da versão beta na Índia

Pontos principais:

  • O CEO da Revolut, Nik Storonsky, põe fim aos rumores do mercado, adiando a oferta pública inicial (IPO) do banco para 2028 a fim de construir a confiança do público.
  • Ignorando a IPO de 2026, a Revolut pode usar vendas privadas de ações para elevar sua avaliação de US$ 75 bilhões para US$ 100 bilhões.
  • Em expansão global, Paroma Chatterjee planeja o lançamento da Revolut na Índia no segundo trimestre de 2026 para atingir 20 milhões de usuários até 2030.

Revolut, com sede no Reino Unido, pondera abrir o capital em dois anos

Os neobancos, bancos digitais que oferecem um conjunto ampliado de opções aos seus clientes, tornaram-se um setor em crescimento na indústria de fintech.

A Revolut, um neobanco sediado no Reino Unido que acumulou mais de 70 milhões de clientes, está avaliando suas opções para abrir o capital. Em uma entrevista, o cofundador e CEO da Revolut, Nik Storonsky, afirmou que pretende abrir o capital da empresa, mas que o neobanco teria que esperar até pelo menos 2028 para que isso aconteça.

Revolut Weighs Future Ipo, Flexes India's Beta Launch

“Daqui a dois anos”, declarou ele quando questionado sobre o momento para uma possível oferta pública inicial (IPO), enfatizando a importância de abrir o capital para conquistar mais confiança como banco e continuar se expandindo. “Somos um banco, e para um banco é extremamente importante ter confiança. As empresas de capital aberto inspiram mais confiança do que as privadas.”

Rumores indicavam que o banco poderia solicitar uma IPO ainda este ano ou permanecer privado, mas as declarações de Storonky puseram fim a essas especulações. No entanto, o banco continuará a levantar fundos por meio da venda de ações, como faz todos os anos.
A última dessas transações atribuiu uma avaliação de US$ 75 bilhões à empresa, e relatos indicam que uma nova transação elevaria esse número para pelo menos US$ 100 bilhões.

A Revolut tem dado ênfase especial à expansão, tendo recentemente solicitado uma licença bancária nos EUA, um processo que pode levar até um ano. A América Latina também tem sido um dos alvos da empresa, que iniciará oficialmente suas operações no Brasil em 2023, recebeu recentemente uma licença bancária no México e solicitou outra no Peru.

Mas talvez o maior mercado em formação para a empresa seja a Índia, onde ela lançou discretamente uma versão beta e começou a disponibilizar seus serviços para 450 mil pessoas na lista de espera.

De acordo com o investidor Max Karpis, a CEO da Índia, Paroma Chatterjee, afirmou que a empresa está preparada para um lançamento completo no segundo trimestre de 2026, planejando atrair 20 milhões de clientes na Índia até 2030.

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