Oferecido por
Crypto News

“Baleia” do Bitcoin de 2013 volta à ativa, movimentando 500 BTC enquanto o receio em relação ao Coldcard se intensifica

Em meio ao caos do Coldcard, que vem abalando os detentores de bitcoins há dias, uma carteira que remonta a dezembro de 2013 repentinamente transferiu 500 BTC na altura do bloco 960867. Essa transferência chamativa ocorre no momento em que uma série crescente de carteiras há muito inativas voltou à ativa, gerando novos mistérios desde que a violação da Coldcard veio à tona pela primeira vez, em 30 de julho.

ESCRITO POR
PARTILHAR
“Baleia” do Bitcoin de 2013 volta à ativa, movimentando 500 BTC enquanto o receio em relação ao Coldcard se intensifica

Principais conclusões

  • A exploração de vulnerabilidades do Coldcard já drenou 1.431,97 BTC desde 30 de julho, levando os detentores a protegerem seus fundos.
  • O Whale Alert detectou uma carteira com 500 BTC, criada em dezembro de 2013, transferindo US$ 31,32 milhões para um novo endereço.
  • Mais bitcoins antigos e inativos podem ser movimentados à medida que os temores de segurança persistem.

Há dois dias, em 1º de agosto, o Bitcoin.com News informou que a vulnerabilidade do Coldcard parecia estar levando os detentores de bitcoins a recorrerem a exchanges centralizadas e custodiantes, enquanto bitcoins há muito inativos também começavam a voltar à ativa. Até o momento, o firmware defeituoso e o gerador de números aleatórios do Coldcard resultaram no roubo de cerca de 1.431,97 BTC.

Uma transferência de 500 BTC de 2013

No último relatório, 306 BTC de carteiras há muito inativas foram movimentados entre 30 de julho e 1º de agosto, possivelmente impulsionados pelo medo em torno da vulnerabilidade. Essa tendência não diminuiu desde aquele relatório e, na segunda-feira, um endereço de 2013 há muito inativo transferiu a impressionante quantia de 500 BTC, no valor de US$ 31,32 milhões. A transferência foi sinalizada pela primeira vez pelo btcparser.com e pelo Whale Alert.

Dados do explorador de blockchain mostram que o endereço original Pay-to-Public-Key-Hash (P2PKH) foi criado em 6 de dezembro de 2013. No final de 2013, o bitcoin havia acabado de ultrapassar a marca de US$ 1.000 pela primeira vez e, naquele dia, 1 BTC era negociado a US$ 1.042 por moeda. Isso valorizou o estoque de 500 BTC da carteira em aproximadamente US$ 521.000 no momento em que foi adquirido originalmente.

O dilema de segurança

Dados da Arkham Intelligence mostram que o endereço P2WPKH (Pay-to-Witness-Public-Key-Hash) de destino não está associado a nenhuma corretora, custodiante, instituição ou outra entidade identificável conhecida. Para os primeiros usuários do bitcoin, uma carteira intocada há mais de uma década representa muito mais do que um saldo. Isso reflete uma decisão tomada em 2013, quando o bitcoin havia acabado de ultrapassar os US$ 1.000 e a maior parte do mundo ainda não tinha ouvido falar dele.

Muitos detentores daquela época adotaram a autocustódia como princípio fundamental, confiando em carteiras de hardware em vez de depositar sua confiança em corretoras centralizadas. A falha no firmware do Coldcard vai diretamente contra essa filosofia, pois ameaça a única coisa que esses usuários buscavam proteger: o controle exclusivo sobre suas chaves privadas. Transferir 500 BTC tem menos a ver com o momento do mercado do que com o reconhecimento de que uma carteira criada há anos pode não atender mais aos padrões de segurança atuais.

Protegendo o capital antes que seja tarde demais

A atividade na blockchain também se encaixa em um padrão cada vez mais difícil de ignorar. Mais de 1.400 BTC já foram desviados por meio da vulnerabilidade do Coldcard, enquanto centenas de moedas adicionais de carteiras há muito inativas foram transferidas voluntariamente desde 30 de julho. Para muitos detentores de longa data, a escolha tornou-se simples: confiar que a geração de carteiras mais antigas nunca foi comprometida ou migrar os fundos antes que outra pessoa tome essa decisão por eles.

A decisão de transferir um saldo tão grande, apesar de expor um endereço que permanecia inativo há anos, sinaliza uma resposta motivada pela segurança, e não uma decisão de negociação. A blockchain está mostrando que a preservação do capital, e não a especulação, pode ter se tornado a prioridade para alguns dos detentores mais antigos de bitcoin.

Crédito da imagem principal/em destaque: mempool.space.

Este artigo foi traduzido do inglês usando IA. A versão original em inglês é a fonte autorizada; traduções automáticas podem conter imprecisões, especialmente em terminologia jurídica e regulatória.

Tags nesta história