A World Liberty Financial entrou com uma ação por difamação contra o fundador da TRON, Justin Sun, em um tribunal do condado de Miami-Dade. A ação alega que Sun orquestrou uma campanha deliberada de desinformação para prejudicar a reputação da empresa.
A World Liberty alega que Justin Sun recorreu a ameaças e operações de venda a descoberto para prejudicar o token WLFI

Pontos principais:
- A WLF processou Justin Sun em Miami em 4 de maio de 2026, alegando que ele difamou o empreendimento de criptomoedas apoiado por Trump.
- O token WLFI enfrentou volatilidade e quedas, já que Sun teria transferido US$ 300 milhões para a Binance para vender a moeda a descoberto.
- As futuras audiências abordarão a alegação de Sun, feita em abril, de que a WLF congelou ilegalmente US$ 75 milhões de seus ativos.
Alegações de manipulação de mercado
A World Liberty Financial, afiliada à família Trump, entrou com uma ação por difamação na segunda-feira, 4 de maio, contra o fundador da blockchain Tron, Justin Sun, alegando que ele se envolveu em uma campanha deliberada para espalhar informações falsas sobre a empresa.
A ação, movida no 11º Tribunal do Circuito Judicial do Condado de Miami-Dade, alega que Sun publicou declarações difamatórias para seus milhões de seguidores no X. A ação judicial marca uma escalada significativa na disputa pública entre o empreendimento apoiado por Trump e Sun.
Em um comunicado anunciando a ação, a World Liberty Financial alega que Sun se envolveu em transferências proibidas de tokens, compras “fantasmas” por meio de terceiros e vendas a descoberto do token WLFI da empresa. A denúncia afirma ainda que Sun estava plenamente ciente do direito do protocolo de congelar tokens de usuários para proteger a comunidade e cumprir os acordos vigentes.
“Em vez de agir de boa-fé, Justin Sun optou por difamar a World Liberty — repetidamente, publicamente e perante milhões de seguidores”, afirmou Tom Clare, advogado da World Liberty Financial, em comunicado. “A World Liberty entrou com esta ação judicial como último recurso para corrigir os fatos e proteger seus detentores de tokens, seus funcionários e todas as partes interessadas.”
A ação na Flórida segue-se a uma ação judicial separada movida por Sun em abril em um tribunal federal de São Francisco. Nesse caso, Sun acusou a World Liberty Financial de congelar ilegalmente aproximadamente US$ 75 milhões de suas participações na WLFI e de privá-lo de seus direitos de governança.
A ação movida pela World Liberty Financial refuta essas alegações, alegando que as carteiras de câmbio de Sun transferiram US$ 300 milhões para a Binance pouco antes de o WLFI ser aberto para negociação pública, o que a empresa sugere ter sido parte de um esforço mais amplo para prejudicar a plataforma enquanto beneficiava suas próprias posições financeiras.
A batalha judicial ocorre em meio a um escrutínio intensificado sobre o empreendimento. Relatórios recentes indicam que o projeto vendeu discretamente mais 5,9 bilhões de tokens a investidores privados credenciados, enquanto muitos dos primeiros investidores de varejo continuam impossibilitados de negociar a maior parte de suas participações devido a restrições de lock-up.
Em uma resposta sucinta à ação da World Liberty Financial, Sun a descartou como “um golpe de relações públicas sem fundamento”, acrescentando que tem a consciência limpa e está confiante de que prevalecerá no tribunal.

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