A “shrinkflation”, um fenômeno em que os produtos são fornecidos em embalagens menores, mas vendidos pelos mesmos preços, está começando a afetar a economia brasileira, à medida que a inflação se agrava devido ao conflito em curso no Oriente Médio.
A “shrinkflation” atinge os brasileiros enquanto o conflito no Oriente Médio faz os preços subirem

Principais conclusões:
- Com a inflação brasileira em março em 4,14%, as empresas adotaram a shrinkflation, garantindo mais sofrimento para o consumidor no futuro.
- A Bloomberg observa que os preços dos alimentos subiram 1,56% em março devido aos custos da guerra no Oriente Médio, garantindo orçamentos mais apertados no futuro.
- Apesar do aumento salarial de 7% em janeiro, eleitores insatisfeitos culpam Lula da Silva, tornando incerta sua candidatura à reeleição.
A “shrinkflation” atinge as famílias brasileiras, mesmo com Lula tentando aliviar o fardo
A “shrinkflation”, termo que ficou famoso com o ex-presidente dos EUA Joe Biden durante sua última campanha de reeleição, chegou à economia brasileira.
Segundo relatos, as empresas começaram a alterar suas embalagens para incluir quantidades menores, mantendo os mesmos preços para que os consumidores continuem comprando seus produtos, sem perceber essa forma de inflação oculta.

O fenômeno cresce à medida que a inflação piora, com a economia brasileira sentindo os efeitos do conflito em curso no Oriente Médio. Em março, os preços subiram 0,88%, com a inflação anual atingindo 4,14%, acima da meta de 3,0% estabelecida pelo Banco Central.
Os consumidores estão levando a pior nessa situação, com os mantimentos ficando caros demais, mesmo que a maior parte do aumento dos preços venha das commodities energéticas. Jhully Alves, uma faxineira de 40 anos, disse à Bloomberg que fazer compras se tornou “horrível”. “Leite, café e açúcar estão mais caros de novo, e o sabão em pó também. Além disso, as quantidades de vários itens são menores”, enfatizou. A inflação em alimentos e bebidas subiu 1,56% em março, impulsionada pelos aumentos nos preços do tomate, da cebola, da batata e do leite, segundo fontes oficiais.
As pessoas começaram a culpar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva por esses problemas, já que ele fez campanha com a promessa de acessibilidade e de trazer tempos melhores para o povo brasileiro. Mas agora as pesquisas, que antes o favoreciam, mudaram, e o resultado da eleição é incerto, complicando sua tentativa de reeleição.
Lula não tem ficado de braços cruzados para combater essa aceleração dos preços, já que aumentou o salário mínimo em janeiro em quase 7% e ampliou os cortes de impostos federais, ao mesmo tempo em que aumentou os subsídios aos combustíveis fósseis para proteger os consumidores das repercussões da guerra. No entanto, parece que isso não foi suficiente.

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