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Reação negativa ao Open USD: consórcio enfrenta acusações de falsificação de parcerias importantes relacionadas a stablecoins

Algumas empresas que pareciam estar listadas no Open USD Consortium se recusaram a aprovar sua inclusão. O diretor de desenvolvimento de negócios da Blockmedia, Tony Chung, indicou que a gigante coreana Samsung enfatizou que não deu seu consentimento, enquanto outras empresas também apresentaram posições semelhantes.

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Reação negativa ao Open USD: consórcio enfrenta acusações de falsificação de parcerias importantes relacionadas a stablecoins

Principais conclusões

  • A Open Standard teria listado empresas como a Samsung sem consentimento, prejudicando a credibilidade de sua stablecoin OUSD.
  • Várias empresas negaram ter assinado acordos, levando especialistas do setor a questionar a veracidade do consórcio.
  • O CEO da Circle criticou os anúncios enganosos, destacando a falta de integridade no lançamento do OUSD.

Open USD envolvido em escândalo de inclusão não aprovada com empresas como a Samsung

A Open Standard, consórcio por trás do Open USD — uma nova stablecoin apoiada por mais de 140 empresas e instituições —, enfrenta acusações de ter contornado os procedimentos ao adicionar parceiros à iniciativa.

Relatos indicam que algumas das empresas listadas como parte desse consórcio — que respalda a emissão de uma nova stablecoin em dólares americanos com apoio tanto de empresas do setor financeiro tradicional quanto do setor de criptomoedas — não aprovaram sua inclusão na lista de apoiadores do projeto.

Infographic on Open USD's partner controversy

Tony Chung, da Blockmedia, que foi o primeiro a apontar que 13 empresas coreanas eram parceiras no projeto Open USD, disse que algumas dessas empresas não sabiam por que foram incluídas no anúncio do consórcio.

“A Samsung Electronics afirmou categoricamente que não houve nenhuma discussão formal e que não sabe qual papel desempenharia. O Shinhan, a Dunamu e o K Bank disseram que a Open Standard perguntou sobre a participação, eles responderam que ‘considerariam a proposta’ e, em seguida, descobriram que seus nomes estavam listados como membros do consórcio”, revelou ele. Até o momento da redação desta matéria, essas empresas continuam listadas como parceiras.

Além disso, Chung revelou que algumas dessas empresas tomaram conhecimento de sua suposta participação pela mídia coreana e ficaram “perplexas”, ressaltando que analisariam o projeto caso ele se concretizasse.

O consultor da Tether, Gabor Gurbacs, também conversou com alguns desses parceiros, que lhe disseram que nunca assinaram nem concordaram com nada. “Ou a mídia distorceu profundamente algo ou a lista de participantes é enganosa”, avaliou ele.

“Um deles disse especificamente que lhes foi informado que a Stripe e a Visa alterariam seus termos para que a nova stablecoin fosse um dos ativos aceitos e que essa poderia ser uma forma de interagir com ela no futuro. Mas não houve contratos nem nada do tipo, apenas discussões”, revelou Gurbacs.

O CEO da Big Whale, Raphaël Bloch, entrou em contato com algumas das empresas que haviam publicado que se juntariam à iniciativa, e ninguém dentro das instituições sabia o que a iniciativa realmente era. “Parece um forte efeito de anúncio com pouca realidade operacional por trás”, afirmou ele.

“A integridade é importante”, postou Jeremy Allaire, CEO e cofundador da Circle, uma das empresas que, segundo estimativas, serão afetadas pelo futuro lançamento da OUSD. A nova stablecoin deve ser lançada ainda este ano.

Este artigo foi traduzido do inglês usando IA. A versão original em inglês é a fonte autorizada; traduções automáticas podem conter imprecisões, especialmente em terminologia jurídica e regulatória.

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