O Banco Central do Chile afirmou recentemente que não poderia adicionar bitcoin às suas reservas, pois este ativo cripto não cumpre os requisitos para ser incluído como investimento bancário.
No Bitcoin! Banco Central do Chile Rejeita Adicionar BTC como Ativo de Reserva
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Banco Central do Chile Não Adicionaria Bitcoin às Suas Reservas
O debate sobre o bitcoin como um ativo de reserva e a questão das reservas estratégicas de bitcoin chegou ao Chile. Dada a relevância do tema, a imprensa local chilena investigou o banco central sobre sua opinião para avaliar a possibilidade de isso acontecer no Chile em algum momento no futuro.
O Banco Central do Chile negou categoricamente a possibilidade de adicionar bitcoin ou qualquer criptomoeda como parte de seus ativos, afirmando que estes não cumprem os requisitos emitidos por organizações como o Fundo Monetário Internacional (FMI) para se tornarem ativos de reserva estrangeira.
Nesse sentido, o banco afirmou que “as reservas internacionais foram destinadas a manter a estabilidade econômica e financeira perante choques externos e uma política monetária em mudança.” Consequentemente, estas devem cumprir altos critérios nas áreas de segurança, liquidez e qualidade definidas pelo FMI para fornecer aos bancos centrais “disponibilidade imediata com impacto limitado no mercado e acesso eficiente caso precisem ser usadas em períodos de crise.”
O banco afirma que nem o bitcoin nem outras criptomoedas atendem aos critérios expostos anteriormente. Além disso, haveria razões legais para bloquear a inclusão do bitcoin ou a promulgação de uma reserva estratégica de bitcoin.
A carta do Banco Central do Chile estabelece critérios restritos para os ativos que podem ser incluídos nos seus livros. A lei limita esses ativos a “ouro, valores mobiliários, instrumentos negociáveis, instrumentos emitidos ou garantidos por estados estrangeiros, bancos centrais ou instituições financeiras internacionais.”
O banco concluiu afirmando que não estava em seus planos incluir uma troca de ativos com tal volatilidade e incerteza. Enquanto isso, o Brasil, o gigante da América Latina, introduziu um projeto de lei para uma reserva estratégica de bitcoin no Congresso, buscando ser pioneiro nesta proposta na região e no mundo.
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