O presidente colombiano Gustavo Petro destacou que o futuro da mineração de bitcoin deve ser ecológico, já que países com energia verde abundante, incluindo o Paraguai e a Venezuela, estão atraindo investimentos no setor. Ele também alertou sobre as consequências do uso de combustíveis fósseis para alimentar essa atividade.
Gustavo Petro alerta que a mineração de criptomoedas movida a combustíveis fósseis provocará um "colapso climático"

Key Takeaways
- Gustavo Petro, da Colômbia, alertou que a mineração de Bitcoin movida a combustíveis fósseis representa um risco de colapso climático global.
- O Paraguai detém a 4ª maior taxa de hash global, enquanto a crise energética de 9 anos na Venezuela interrompeu a mineração.
- Petro quer que três cidades do Caribe minerem Bitcoin, embora o relatório do Hashrate Index de 2026 omita a Colômbia.
O presidente Petro destaca o potencial da Venezuela e do Paraguai para a mineração de energia
A mineração de criptomoedas, como atividade global, despertou a atenção de líderes mundiais, que estão apresentando suas visões sobre como será o futuro dessas operações.
Gustavo Petro, o controverso líder da Colômbia, usou as redes sociais para reiterar a necessidade de fontes verdes para alimentar essas atividades que consomem muita energia.

Petro alertou que “se as moedas virtuais dependerem de combustíveis fósseis, o aquecimento global e o colapso climático irão eclodir”.
Além disso, ele enfatizou que países com energia limpa inexplorada, incluindo Venezuela e Paraguai, estão atraindo investimentos em mineração de bitcoin. Enquanto o Paraguai detém a quarta maior taxa de hash do mundo, atrás de potências como os EUA, a Rússia e a China, a Venezuela nem sequer está entre os 10 primeiros.
O Paraguai aproveitou seus abundantes recursos hidrelétricos na barragem de Iguaçu, uma das maiores do mundo, para oferecer preços de energia muito competitivos, variando de US$ 0,037 a 0,050/kWh.
A Venezuela proibiu recentemente a mineração de bitcoin, já que seu governo enfrenta uma crise energética, com a demanda disparando para um pico de nove anos. Mesmo assim, relatórios indicam potencial em operações de mineração próximas a fontes de geração de energia para aproveitar a energia que não pode ser transportada devido à falta de infraestrutura.
“A mineração de bitcoin é o método pelo qual um indivíduo, usando computadores potentes, pode acumular bitcoins por meio de transações virtuais. Esse poderia ser o caso de Santa Marta, Riohacha e Barranquilla… representa um imenso impulso para o desenvolvimento da região do Caribe”, concluiu Petro.
Embora o relatório “The State of Bitcoin Mining in Latin America (2026)” do Hashrate Index destaque os avanços na mineração no Paraguai, Brasil, Bolívia, Argentina, Venezuela e El Salvador, ele não menciona a Colômbia. Isso significa que o país é um território virgem para a mineração de bitcoins e que ainda carece das condições necessárias para o desenvolvimento do setor.

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