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B3 prepara plataforma de ações tokenizadas para início de 2027

A B3, a maior bolsa de valores do Brasil, pretende viabilizar a negociação de títulos tokenizados, que serão fungíveis e equivalentes às ações tradicionais, no primeiro semestre de 2027. No entanto, inovações como a negociação 24 horas por dia, 7 dias por semana, e as liquidações instantâneas ainda dependem da aprovação regulatória das autoridades brasileiras.

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B3 prepara plataforma de ações tokenizadas para início de 2027

Pontos principais

  • A bolsa brasileira B3 lançará uma plataforma de ativos tokenizados até 2027, modernizando seu mercado tradicional.
  • Esses títulos tokenizados compartilharão liquidez com as ações tradicionais, embora ainda haja atrasos na liquidação.
  • A B3 também planeja lançar uma stablecoin e aguarda a aprovação do Banco Central para operar e custodiar ativos digitais.

A B3 do Brasil espera implementar um ambiente de ativos tokenizados até 2027

O mercado de ações brasileiro está prestes a passar por uma grande reorganização, tendo a tecnologia de ativos digitais como elemento central.

A B3, a maior bolsa de valores do Brasil, espera lançar uma plataforma de ativos tokenizados durante o primeiro semestre de 2027. Humberto Costa, diretor de produtos e estratégia de mercado da B3, afirmou que a infraestrutura está sendo desenvolvida para construir uma integração paralela com a estrutura atual do mercado, seguindo as condições existentes de liquidação e negociação.

“Já é possível tokenizar as ações hoje com a regulamentação atual, mas alguns comportamentos e novas liberdades dependem de autorização regulatória ou de um novo marco regulatório”, afirmou Costa em um evento em São Paulo.

O projeto permitiria que esses títulos tokenizados fossem fungíveis com ações emitidas tradicionalmente, compartilhando preços e liquidez. No entanto, eles não serão emitidos primariamente em blockchain e serão representados por tokens vinculados a ativos existentes, com as transações sendo liquidadas em dois dias úteis.

“O objetivo inicial é que você possa tokenizar a ação, entregá-la diretamente ao investidor […] e que ele possa negociá-la no mesmo livro de ordens, ao mesmo tempo”, destacou Costa, ressaltando que, para alcançar negociações contínuas 24 horas por dia, 7 dias por semana, e liquidação simultânea, seria necessária uma reforma regulatória. “Hoje, não posso liquidar em um ambiente diferente daquele que tenho atualmente, que liquida em D+2. Não estou autorizado, neste momento, a realizar uma venda em um formato diferente”, explicou ele.

A bolsa havia anunciado esse desenvolvimento em junho, ressaltando que tinha como meta o segundo semestre de 2026 para o lançamento desse novo recurso. No entanto, a B3 agora prevê que esse sistema seja lançado no primeiro semestre de 2027. A bolsa ainda está avaliando se os certificados de depósito brasileiros (BDRs), que representam ações estrangeiras, e os fundos negociados em bolsa (ETFs) farão parte dessa nova infraestrutura.

Além disso, Costa reiterou que a B3 lançaria sua própria stablecoin, mas não confirmou se esses dois produtos interagiriam, pelo menos no momento do lançamento. A B3 solicitará autorização do Banco Central do Brasil para operar e custodiar ativos digitais, a fim de permitir que esses projetos sigam adiante.

Os seis Contratos de Evento da B3 estão vinculados às variações do mercado à vista e dos mini-futuros do índice Ibovespa, do real brasileiro e do Bitcoin.

Leia agora: B3 vai lançar contratos de previsão vinculados ao Bitcoin enquanto o Brasil proíbe a Polymarket e a Kalshi

Este artigo foi traduzido do inglês usando IA. A versão original em inglês é a fonte autorizada; traduções automáticas podem conter imprecisões, especialmente em terminologia jurídica e regulatória.