Um promotor da Argentina solicitou o bloqueio de acesso ao HTX por não fornecer dados para uma investigação de “pig butchering”, em que um usuário depositou fundos em um endereço vinculado às suas carteiras. A medida deve afetar milhares de usuários.
Ação Marcante: Argentina Bloqueia Acesso Nacional ao HTX
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Argentina Bloqueia Acesso ao HTX como Parte de Investigação de Pig Butchering
A Argentina deu um passo ousado, bloqueando o acesso à exchange de criptomoedas HTX em nível nacional. Um escritório de promotores especializados em crimes cibernéticos em San Isidro ordenou o bloqueio da exchange, que tem sede nas Seicheles e origem chinesa, devido à sua recusa em colaborar em uma investigação de esquema de “pig-butchering”.
A decisão histórica ocorre porque a exchange não está registrada no país nem entregou a documentação necessária à entidade reguladora nacional de valores mobiliários para operar como prestadora de serviços de ativos virtuais (VASP).
A investigação remonta a 2022, quando a vítima do esquema perdeu $13.000 ao ser forçada por uma terceira parte a enviar esses fundos para um endereço de terceiros. O endereço usado para receber os fundos estava vinculado ao HTX e, segundo a mídia local, também estava recebendo criptomoedas de outros esquemas de investimento.
Alejandro Musso, o promotor responsável pela investigação, afirmou que o bloqueio foi implementado após a exchange não fornecer dados de identificação vinculados a esse endereço.
Musso declarou:
Do ponto de vista criminal, entendemos que é urgente identificar e bloquear o acesso a todas as plataformas que operam no país sem registro e sem cooperação judicial.
Além disso, ele destacou que essa medida “não apenas fortaleceria a transparência do ecossistema cripto, mas também proporcionaria segurança jurídica tanto para investidores quanto para vítimas de crimes vinculados a criptoativos.”
No entanto, essa medida deixa milhares de usuários do HTX sem meios oficiais para acessar seus fundos, embora estes não tenham sido apreendidos. Anteriormente, o HTX havia negado outro pedido de ID do sistema judicial argentino, alegando que não poderia fornecer os dados solicitados devido a restrições legais e que solicitações semelhantes deveriam ser feitas apenas por meio de organizações das Seicheles.
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Este artigo foi traduzido do inglês usando IA. A versão original em inglês é a fonte autorizada; traduções automáticas podem conter imprecisões, especialmente em terminologia jurídica e regulatória.














