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A Blackrock se torna a primeira gestora de ativos do mundo a atingir US$ 15 trilhões e lança uma ofensiva de tokenização

A Blackrock divulgou na quarta-feira resultados recordes para o segundo trimestre, com a receita subindo 31% em relação ao mesmo período do ano anterior, para US$ 7,1 bilhões, enquanto o presidente e diretor executivo da empresa, Larry Fink, detalhou novas medidas para a tokenização de fundos do mercado monetário e a expansão dos negócios de ativos digitais da empresa.

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A Blackrock se torna a primeira gestora de ativos do mundo a atingir US$ 15 trilhões e lança uma ofensiva de tokenização

Principais destaques

  • A receita da Blackrock no segundo trimestre de 2026 atingiu US$ 7,1 bilhões, enquanto Fink apresentava novos documentos à SEC para fundos tokenizados.
  • Os ativos dos produtos iShares ultrapassaram US$ 6 trilhões, enquanto os negócios de moedas digitais e fundos negociados em bolsa (ETFs) tokenizados da Blackrock mantiveram-se próximos a US$ 110 bilhões.
  • A Blackrock elevou seu plano de recompra para 2026 para US$ 2 bilhões, enquanto Fink destacou a aceleração do ritmo da empresa daqui para frente.

A gestora de ativos com sede em Nova York registrou lucro ajustado por ação de US$ 13,91, um aumento de 15% em relação ao ano anterior, e lucro operacional ajustado de US$ 2,9 bilhões, um aumento de 39%. De acordo com os princípios contábeis geralmente aceitos (GAAP), o lucro diluído por ação atingiu US$ 12,19, um aumento de 20% em relação ao ano anterior.

Os ativos sob gestão (AUM) da Blackrock atingiram a impressionante marca de US$ 15,3 trilhões, impulsionados por US$ 868 bilhões em entradas líquidas nos últimos 12 meses e um crescimento orgânico de 10% nas taxas básicas.

Entradas recordes elevam ativos para US$ 15,3 trilhões

De acordo com os resultados financeiros do segundo trimestre de 2026 da empresa, a Blackrock registrou US$ 192 bilhões em entradas líquidas somente no segundo trimestre, contribuindo para o melhor primeiro semestre da história da empresa. Os fluxos nos primeiros seis meses de 2026 ultrapassaram US$ 321 bilhões, mais do que o dobro do total do mesmo período do ano passado.

Durante a teleconferência sobre os resultados, o diretor financeiro Martin Small disse aos analistas que os resultados refletem a posição da Blackrock no centro das megatendências que estão remodelando os mercados públicos, os mercados privados e a tecnologia. A margem operacional ajustada da empresa atingiu 45,9%, seu nível mais alto em quase cinco anos, com expansão de 260 pontos-base em relação ao ano anterior.

A iShares, plataforma de fundos negociados em bolsa (ETFs) da Blackrock, ultrapassou US$ 6 trilhões em ativos sob gestão, praticamente dobrando em três anos. A unidade atraiu US$ 178 bilhões em entradas líquidas no trimestre, impulsionadas por US$ 85 bilhões em ETFs de ações tradicionais e US$ 61 bilhões em ETFs de títulos indexados. Os ETFs ativos somaram outros US$ 20 bilhões.

Impulso à tokenização passa do conceito aos pedidos de registro

A Blackrock divulgou que apresentou duas declarações de registro à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) para fundos do mercado monetário tokenizados. Uma delas criaria uma classe de ações tokenizadas na rede Ethereum para um fundo já existente. A outra é descrita como uma estratégia digitalmente nativa, com recursos como o reinvestimento diário de dividendos.

Small explicou que os pedidos têm como objetivo conectar os produtos de gestão de caixa da Blackrock a investidores que já possuem ativos em carteiras digitais. Ele observou que os fundos devem operar em várias blockchains, com stablecoins facilitando subscrições e resgates diretamente na cadeia.

“Quando falamos de ativos tokenizados, eles são a ponta de lança para um canal de distribuição totalmente novo”, explicou Small, apontando para uma estimativa de 5 bilhões de carteiras digitais em todo o mundo como uma oportunidade de crescimento de longo prazo para a empresa.

Negócios com Bitcoin, Ethereum e stablecoins se expandem

A Blackrock possui atualmente cerca de US$ 110 bilhões em ativos sob gestão (AUM) relacionados a ativos digitais, segundo Small. O Ishares Bitcoin Trust, o Ethereum Trust e o fundo tokenizado BUIDL da empresa continuam sendo os maiores produtos em suas respectivas categorias. A Blackrock estabeleceu uma meta interna de transformar os ativos digitais em um negócio com receita de US$ 500 milhões como parte de seu plano de crescimento para 2030.

A empresa também administra US$ 60 bilhões em reservas para a Circle, emissora de stablecoins, o que, segundo Small, representa cerca de um quarto do mercado de stablecoins de US$ 300 bilhões.

Apesar da queda nos preços do bitcoin e do ethereum durante o trimestre, Small detalhou que o ETF europeu de bitcoin da Blackrock atraiu mais de US$ 650 milhões em demanda internacional. Ele atribuiu esses fluxos ao fato de os investidores tratarem o bitcoin como uma alocação pequena e diversificadora dentro de carteiras mais amplas, em vez de uma posição central.

Os balanços financeiros da Blackrock mostraram que os ativos digitais, como categoria de produto, registraram US$ 3,1 bilhões em saídas líquidas no trimestre, com os ativos sob gestão (AUM) caindo de US$ 60,7 bilhões no primeiro trimestre para US$ 48,8 bilhões, refletindo as quedas de preço mencionadas por Small.

Fink destaca fundamentos sólidos do mercado

Fink dedicou grande parte de seu discurso preparado e da sessão de perguntas e respostas para expor sua visão sobre a economia em geral. Ele descreveu um ambiente de mercado marcado pelo aumento dos lucros corporativos e por ganhos de produtividade impulsionados pela tecnologia.

“Os fundamentos do mercado estão sólidos e bem sustentados, com margens mais altas e um impulso nos lucros impulsionado pelas novas tecnologias”, afirmou Fink no comunicado de resultados.

Fink acrescentou:

“A escala e a profundidade de nossos relacionamentos com clientes em todo o mundo nunca foram tão grandes.”

Durante a teleconferência, Fink destacou que os mercados acionários dos EUA estão atingindo novos máximos e afirmou que os retornos estão se expandindo para além das ações americanas. Ele também abordou o papel do dólar nas carteiras globais, observando que a volatilidade da moeda está intimamente ligada à política de taxas de juros do Federal Reserve.

Fink também destacou o papel da Blackrock no apoio ao programa “Trump Accounts”, recém-lançado pelo Departamento do Tesouro dos EUA, com dois ETFs da iShares que devem se tornar opções de investimento ainda este ano. Ele encerrou a teleconferência com uma nota otimista.

“Nosso impulso está se acelerando, e nunca estive tão otimista em relação ao crescimento que temos pela frente”, enfatizou Fink.

O que vem a seguir

A Blackrock elevou sua meta de recompra de ações para 2026 para US$ 2 bilhões, acima da orientação anterior, após recomprar US$ 450 milhões em ações durante o trimestre. Os executivos afirmaram que esperam recompras trimestrais de pelo menos US$ 550 milhões daqui para frente, citando confiança no crescimento do fluxo de caixa livre.

O negócio de mercados privados da empresa, construído em torno das aquisições da HPS e da Global Infrastructure Partners, registrou US$ 15 bilhões em entradas líquidas durante o trimestre. Os executivos afirmaram que as atividades de investimento em infraestrutura e crédito privado têm estado entre os períodos mais movimentados já registrados pela plataforma, com as seguradoras buscando cada vez mais rendimentos mais elevados por meio de alocações no mercado privado. Fink observou que a empresa fechou cerca de US$ 10 bilhões em mandatos de dívida de alta qualidade e de infraestrutura para seguradoras até agora neste ano, uma tendência que ele espera que continue se consolidando.

Este artigo foi traduzido do inglês usando IA. A versão original em inglês é a fonte autorizada; traduções automáticas podem conter imprecisões, especialmente em terminologia jurídica e regulatória.