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Robert Kiyosaki revela por que ele confia no Bitcoin com sua riqueza

Este artigo foi publicado há mais de um ano. Algumas informações podem não ser mais atuais.

Robert Kiyosaki apoia o bitcoin por seus poderosos efeitos de rede e utilidade no mundo real, descartando criptomoedas mais fracas e moedas fiduciárias como condenadas sob a força implacável das leis econômicas.

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Robert Kiyosaki revela por que ele confia no Bitcoin com sua riqueza

O Filtro Cripto de Robert Kiyosaki: Por que o Bitcoin Sobrevive ao Seu Teste das Leis do Dinheiro

Robert Kiyosaki, autor do best-seller Pai Rico Pai Pobre, mais uma vez compartilhou seu raciocínio por trás do investimento em bitcoin, deixando claro por que a maioria das outras criptomoedas não consegue despertar seu interesse. Seu livro continua a ser um best-seller global, traduzido para dezenas de idiomas, e continua a moldar a mentalidade financeira de leitores ao redor do mundo.

Kiyosaki compartilhou na plataforma de mídia social X em 24 de maio:

Eu invisto em Bitcoin porque [ele] é uma rede. A maioria das criptos não é… Eu não invisto em shit coins sem redes, porque elas violam a Lei de Metcalfe.

Para o renomado autor, o bitcoin se destaca porque obedece ao que ele chama de “leis do dinheiro”, referindo-se especificamente à Lei de Metcalfe e à Lei de Gresham. A Lei de Metcalfe afirma que o valor de uma rede aumenta com o número de seus usuários. Kiyosaki acredita que a força do bitcoin reside em sua enorme rede descentralizada — ao contrário da maioria das outras criptomoedas, que ele diz carecerem de adoção e utilidade significativas. Ele compara redes bem-sucedidas como Fedex e McDonald’s ao bitcoin, observando que seu valor vem de fazer parte de um sistema, não de esforços isolados. Outras criptomoedas, que ele frequentemente se refere como “shit coins”, não atendem a esse padrão e, portanto, não são dignas de investimento.

Ele também faz referência à Lei de Gresham, que afirma que o mau dinheiro expulsa o bom dinheiro. Kiyosaki aplica isso às moedas fiduciárias, especialmente ao dólar dos EUA, que ele argumenta ser “dinheiro falso.” Ele enfatizou isso em seu post afirmando:

Eu não guardo dólares americanos porque o dólar americano viola a Lei de Gresham.

Kiyosaki há muito tempo alerta sobre os perigos das moedas fiduciárias, gastos do governo e um potencial colapso da economia dos EUA. Sua solução tem permanecido consistente: investir em ativos que mantenham valor real. Para ele, isso significa acumular ouro, prata e bitcoin—porque, como ele mesmo diz, eles obedecem às leis que levam à riqueza, não à pobreza.

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