O token XLM da Stellar subiu mais de 45% entre 15 e 18 de junho, à medida que ativos do mundo real tokenizados passavam a integrar a rede. Os apoiadores apontaram os títulos do Tesouro dos EUA tokenizados, recém-ativados, e o aprofundamento dos laços institucionais como os fatores por trás desse movimento.Key Takeaways
O XLM da Stellar lidera a alta mensal das criptomoedas com um salto de 50%, à medida que os ativos tokenizados ganham força

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- <p><span style="font-weight: 400;">Principais conclusões: </span></p>
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- <li><span style="font-weight: 400;">O XLM subiu mais de 45% em um período de 72 horas nesta semana, liderando o desempenho entre as principais criptomoedas de grande capitalização. </span></li>
- <li><span style="font-weight: 400;">A Stellar habilitou títulos do Tesouro dos EUA tokenizados e CLOs com classificação AAA por meio da Sushi, com ativos do mundo real na cadeia de blocos totalizando cerca de US$ 2,3 bilhões. </span></li>
- <li><span style="font-weight: 400;">O XLM está sendo negociado entre US$ 0,22 e US$ 0,25, com US$ 0,30 sendo o nível-chave que os traders estão observando para uma ruptura.</span></li>
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O que está impulsionando o movimento
O XLM da Stellar tem sido um dos tokens de grande capitalização com melhor desempenho nesta semana, com a alta atraindo nova atenção para a rede focada em pagamentos. Agregadores de dados de criptomoedas descreveram o XLM como líder da alta das criptomoedas nesta semana e estimaram seu ganho em sete dias em mais de 36%.
O token foi negociado a uma alta local de US$ 0,25 durante a alta, com os traders de olho no nível de US$ 0,30 como o próximo teste, citando taxas de financiamento positivas e posicionamento otimista nos derivativos. Mais importante ainda, os defensores argumentam que o movimento não se resume apenas ao preço. Em vez disso, eles apontam uma onda de atividades institucionais e de ativos do mundo real na Stellar como a essência por trás da alta.
Recentemente, a Stellar possibilitou o acesso a títulos do Tesouro dos EUA tokenizados e a obrigações de empréstimo colateralizadas (CLOs) com classificação AAA por meio da exchange descentralizada Sushi, ampliando a exposição institucional a produtos de rendimento na cadeia. O valor distribuído dos ativos do mundo real (RWA) da rede subiu para cerca de US$ 2,22 bilhões, crescendo quase 30% em um mês, de acordo com dados do setor.

Apoiadores de longa data também destacam os laços da Stellar com nomes consagrados do setor financeiro, incluindo Visa, PayPal e Franklin Templeton, como evidência de utilidade no mundo real, em vez de mera especulação. O Bitcoin.com News informou no início deste mês que o ímpeto da Stellar, em alguns momentos, superou o do XRP, com o XLM quase dobrando de valor desde a parceria da rede com a Depository Trust and Clearing Corporation (DTCC) e elevando sua capitalização de mercado para cerca de US$ 8,5 bilhões.
A história dos pagamentos se estende também às stablecoins, já que a Moneygram passou a utilizar recentemente o conjunto de soluções digitais da Stellar, dando a 60 milhões de usuários acesso a uma stablecoin em dólar com custódia autônoma — um acordo que encaminha as transações (e as taxas pagas em XLM) pela rede. Cada transação exige XLM para cobrir taxas e reservas mínimas, vinculando o uso real à demanda pelo token.
Avaliando o futuro
A combinação do impulso nos preços e das notícias sobre tokenização reavivou um argumento otimista já conhecido: a Stellar está finalmente se tornando o principal canal para a movimentação de ativos institucionais na blockchain. Mesmo assim, os ganhos ocorrem após um ano difícil para as altcoins, e o XLM permanece bem abaixo das máximas anteriores. A alta também se baseia fortemente em uma narrativa sobre a tokenização de ativos do mundo real, que ainda precisa provar que pode sustentar a demanda durante uma recessão mais ampla.
Por enquanto, o token está no topo do ranking semanal, impulsionado tanto pelos títulos do Tesouro tokenizados quanto pelo entusiasmo dos traders.
Este artigo foi traduzido do inglês usando IA. A versão original em inglês é a fonte autorizada; traduções automáticas podem conter imprecisões, especialmente em terminologia jurídica e regulatória.















