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Bitcoin volta a atingir US$ 64 mil após queda para US$ 62,8 mil, com US$ 108 milhões em liquidações de posições vendidas impulsionando a recuperação

O Bitcoin recuperou a marca de US$ 64.000 após uma breve queda repentina para US$ 62.800, elevando seus ganhos totais em julho para quase 10%.

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Bitcoin volta a atingir US$ 64 mil após queda para US$ 62,8 mil, com US$ 108 milhões em liquidações de posições vendidas impulsionando a recuperação

Principais conclusões

  • O bitcoin recuperou os US$ 64.000 na terça-feira, se recuperando após uma breve queda repentina para US$ 62.800.
  • A volatilidade do mercado provocou liquidações no valor de US$ 145 milhões, eliminando US$ 108 milhões em posições vendidas.
  • Analistas da Bitfinex prevêem que a recuperação futura do Bitcoin depende fortemente de maiores influxos de fundos negociados em bolsa (ETFs).

Analistas observam um possível piso

O Bitcoin recuperou a marca de US$ 64.000 na terça-feira, poucas horas depois de ter caído para US$ 62.800, mantendo seu ímpeto de alta de julho. Dados de mercado mostram que a criptomoeda inicialmente ultrapassou a marca de US$ 64.000 no final da tarde de segunda-feira, ameaçando testar US$ 64.700. Pouco depois de atingir uma alta de US$ 64.657 em 24 horas, o bitcoin iniciou uma tendência de queda que quase apagou os ganhos do dia anterior.

Logo após a meia-noite, a tendência se inverteu quando a criptomoeda voltou a subir acima de US$ 63.000. Ela se manteve acima desse patamar até as 10h30, quando uma breve queda repentina a arrastou de volta para US$ 62.800. A volatilidade voltou a ficar evidente quando o preço disparou de volta para US$ 64.140, representando um ganho de 0,5% nas últimas 24 horas até o momento da redação desta matéria.

Exatamente sete dias após o início de julho, o bitcoin subiu quase 10%, uma reviravolta notável para um ativo que registrou seu segundo pior mês de junho já registrado. O aumento marginal elevou sua capitalização de mercado para US$ 1,28 trilhão, ajudando a impulsionar a capitalização de mercado agregada da criptoeconomia para US$ 2,28 trilhões.

A oscilação no preço do bitcoin eliminou US$ 145 milhões em posições alavancadas em um período de 24 horas, com as posições vendidas representando US$ 108 milhões. No total, a criptoeconomia registrou US$ 418 milhões em liquidações, sendo que as posições vendidas representaram quase US$ 240 milhões desse total.

Os ganhos de quase dois dígitos geraram especulações de que a criptomoeda já teria atingido seu nível mais baixo. Esse ponto de vista é compartilhado pelos analistas da Bitfinex, que destacam a rápida recuperação do bitcoin após ele ter despencado para sua mínima no ano, de US$ 57.735.

“A rápida recuperação do BTC acima de US$ 60.000 sugere que o movimento abaixo do piso anterior de US$ 58.000 pode ter sido uma quebra fracassada, em vez de uma tendência de baixa sustentada”, afirmaram os analistas em sua última postagem no blog. “A recuperação começou antes que dados mais fracos sobre o mercado de trabalho melhorassem o sentimento de risco geral, indicando que a demanda no mercado à vista havia começado a retornar em níveis mínimos marginais.”

Ainda assim, eles reconhecem que uma recuperação sustentada provavelmente dependerá do retorno de uma demanda mais forte, particularmente por meio de novos influxos para fundos negociados em bolsa (ETFs).

No entanto, outros contestam, insistindo que o bitcoin ainda não atingiu o fundo do poço, embora esteja próximo disso. O youtuber especializado em criptomoedas Crypto Rover alertou os otimistas para que não se deixassem levar pelos ganhos de julho.

“Este gráfico do bitcoin deveria aterrorizar todos os otimistas neste momento”, alertou o Crypto Rover. “Nas duas últimas vezes, o BTC registrou nove velas mensais vermelhas antes de atingir o fundo do poço. Em 2026, já são sete até agora, o que significa que o fundo do poço ainda não foi atingido. A história está perigosamente perto de se repetir.”

Este artigo foi traduzido do inglês usando IA. A versão original em inglês é a fonte autorizada; traduções automáticas podem conter imprecisões, especialmente em terminologia jurídica e regulatória.