Argentina e México estão entre as nações com os níveis mais altos de adoção de criptomoedas no mundo, de acordo com o último relatório emitido pela Chainalysis. Sebastian Reyes, Diretor de Análise da Vita Wallet, acredita que isso se deve à instabilidade econômica dessas nações.
Argentina e México Entre as Principais Nações para Adoção de Criptomoedas
Este artigo foi publicado há mais de um ano. Algumas informações podem não ser mais atuais.

Adoção de Cripto na Argentina Cai, México Sobe Segundo Relatório da Chainalysis
A América Latina continua a ser um foco para criptomoedas, já que várias nações da região estão entre os primeiros lugares nos rankings de adoção. O último relatório da Chainalysis, a empresa de inteligência blockchain, confirma isso, com a Argentina e o México ocupando os 15º e 14º lugares, respectivamente.
A Argentina tem sido naturalmente associada à criptomoeda, devido ao seu declínio econômico. O México também surgiu como um líder emergente no uso dessas tecnologias.
Outros países na área, como o Chile, também estão trabalhando para aumentar a adoção de criptomoedas. No entanto, a relativa estabilidade de suas economias dificulta a população de abraçar as criptos, como fizeram os venezuelanos e argentinos.
Esta é a opinião de Sebastian Reyes, Diretor de Análise da Vita Wallet, que ressaltou que os níveis de adoção aumentaram devido ao desenvolvimento de soluções inovadoras envolvendo cripto.
Ele avaliou que a adoção de criptomoedas na América Latina é dominada por stablecoins. Estas oferecem uma alternativa para os cidadãos onde o dólar americano é difícil de obter por várias razões. Ele afirmou:
Em toda a América Latina, há mais interesse e as pessoas estão muito mais conscientes das soluções disponíveis. O crescimento na região é impulsionado pelo acesso a ativos indexados ao dólar, que ajudam a proteger as economias, e pela facilidade e rapidez das transferências internacionais.
Reyes afirmou que a expansão das criptos na área também poderia seguir o exemplo dos EUA, que poderia dinamizar seu mercado afetando também as tendências mundiais com novas regulações.
O Chile está criando uma bancada do bitcoin em seu Senado para estudar e propor regulamentos pró-cripto e pró-bitcoin. Os legisladores querem avançar uma proposta estratégica de regulação do bitcoin ao Ministério das Finanças este ano.
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Em oposição, o Banco Central esclareceu que não pode manter bitcoin ou outras criptomoedas porque violam suas regras operacionais.
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