Em um relatório recente, a TRM Labs sustentou que a adoção orgânica domina os volumes de negociação, já que as stablecoins se tornaram um fator chave para os venezuelanos navegando em meio à instabilidade econômica e à exclusão das plataformas de liquidação e pagamento globais tradicionais, mesmo em um ecossistema com riscos estruturais.
TRM Labs destaca a adoção positiva de criptomoedas na Venezuela em um ecossistema arriscado

TRM Labs: Adoção Orgânica de Cripto no Venezuela Supera Atividade Ilícita
TRM Labs, uma empresa global de análise e perícia em blockchain, discutiu o estado atual do ecossistema de criptomoedas na Venezuela em um cenário de sanções aumentadas.
Em um recente artigo, a empresa reconheceu que, mesmo com as renovadas preocupações de conformidade global, o uso das stablecoins permanece principalmente impulsionado pela “necessidade em vez de especulação ou intenção criminosa.”
A TRM Labs descobriu que a adoção de stablecoins na Venezuela segue um padrão semelhante observado em países como a Argentina, tornando-se atores chave tanto nas transações domésticas quanto comerciais como substitutos do dólar.
Para a empresa, três elementos atuam como motores da adoção de stablecoins no atual contexto econômico venezuelano: instabilidade macroeconômica persistente, uma confiança limitada na infraestrutura bancária tradicional e uma demanda crescente por ferramentas alternativas de pagamento transfronteiriço.

TRM Labs afirmou:
As stablecoins agora operam como um substituto para os bancos de varejo — facilitando folhas de pagamento, remessas familiares, pagamentos a fornecedores e compras transfronteiriças na ausência de serviços financeiros domésticos consistentes.
No entanto, a TRM Labs também identificou várias vulnerabilidades dentro do ecossistema venezuelano que podem ser exploradas para evitar sanções unilaterais. Estas incluem a crescente popularidade das transações P2P (peer-to-peer), o uso de estruturas híbridas de fintech que combinam serviços bancários com carteiras blockchain, e a existência de fluxos transfronteiriços com carteiras de “curta duração”.
O relatório da TRM Labs surge enquanto o governo dos EUA recentemente confiscou um navio-tanque contendo petróleo venezuelano, uma ação que foi rotulada como “pirataria” pelas autoridades venezuelanas.
Relatórios anteriores vincularam a venda de petróleo venezuelano a terceiros a transações com stablecoins, embora nenhuma declaração oficial tenha sido feita, nem confirmando nem negando essas alegações.
Finalmente, a TRM Labs conclui que, se nada mudar, a relevância das stablecoins na Venezuela deverá continuar aumentando, à medida que os cidadãos comuns continuem a confiar nessas ferramentas como cobertura contra a inflação e a desvalorização.
O próprio relatório de adoção de criptomoedas com stablecoin da empresa classificou a Venezuela como o 11º país com maior uso de stablecoins durante o primeiro semestre de 2025.
Leia Mais: Economista: USDT usado para Liquidar Vendas de Petróleo Bruto na Venezuela
FAQ
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Quais recentes insights a TRM Labs forneceu sobre o uso de criptomoedas na Venezuela?
A TRM Labs destacou que o uso de stablecoins na Venezuela é principalmente impulsionado pela necessidade devido às sanções aumentadas e instabilidade econômica. -
Que padrões de adoção de stablecoins foram observados?
A adoção de stablecoins na Venezuela reflete tendências na Argentina, servindo como substitutos do dólar em transações domésticas e comerciais. -
Quais fatores estão impulsionando o uso de stablecoins na Venezuela?
Três principais impulsionadores incluem instabilidade macroeconômica, falta de confiança no sistema bancário tradicional e crescente demanda por métodos alternativos de pagamento transfronteiriço. -
Quais tendências futuras são esperadas para stablecoins na Venezuela?
A TRM Labs antecipa que as stablecoins se tornarão cada vez mais relevantes, à medida que os venezuelanos continuem a confiar nesses ativos digitais para se proteger contra a inflação e a desvalorização.
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