Em seu último relatório, a empresa de análise de blockchain Chainalysis estima que a economia brasileira movimentou US$ 318,8 bilhões em ativos de criptomoeda de julho de 2024 a junho de 2025. Os números destacam a crescente adoção de criptomoedas em uma das maiores e mais consolidadas economias da América Latina.
Sobrecarga de Adoção: Brasil Transacionou Mais de $300B em Cripto no Ano Passado

Adoção de Cripto em Alta no Brasil: Mais de US$ 300 Bilhões Movidos Usando Cripto
As criptomoedas estão se tornando uma via significativa para mover capital, mesmo em grandes economias ao redor do mundo. O Brasil é um dos países que aumentou seus níveis de adoção de cripto, registrando números recordes em movimentações de cripto, mesmo enfrentando desafios regulatórios.
De acordo com dados do último relatório da Chainalysis, uma empresa de análise de blockchain, o Brasil é a maior economia em cripto na América Latina, tendo registrado volumes de transações de cripto de US$ 318,8 bilhões de julho de 2024 a junho de 2025. O número, que implica um crescimento anual de mais de 100%, destaca a crescente relevância das criptomoedas e suas possibilidades para a economia brasileira e seus cidadãos.
O Brasil está bem à frente de outras economias conhecidas por serem amigáveis ao cripto na região, mais que triplicando os números da Argentina, que alcançou US$ 93,9 bilhões, e também eclipsando o México, que registrou US$ 71,2 bilhões durante o mesmo período.
O Brasil também superou números de países mais modestos como a Venezuela e a Colômbia, ambos com volumes ultrapassando 40 bilhões.
Enquanto o relatório inclui esses fluxos na ampla categoria de cripto, a maior parte desse crescimento faz parte do impulso global das stablecoins, que é ainda maior na América Latina devido às características das economias da região. No total, a Chainalysis estima que 90% desses fluxos estão vinculados às stablecoins.
Sobre o crescimento da adoção de cripto no Brasil, a Chainalysis afirmou:
O avanço brasileiro é amplo e consistente: além do forte desempenho institucional, todas as faixas de valor de transferência cresceram, indicando maturidade no varejo e expansão do uso no dia a dia.
O relatório, que estimou fluxos totais de transações de US$ 1,5 trilhão para toda a região, especifica que exchanges centralizadas movimentam a maioria desses volumes, com essas instituições intermediando 64% dessas atividades com moedas digitais.
Embora as plataformas de finanças descentralizadas também tenham aumentado sua participação, ainda têm espaço para crescimento.
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