A Sherlock Communications, uma empresa focada na Latam, afirmou que a Argentina se consolidou como líder em regulação e adoção de criptomoedas na região, superando o Brasil. Embora o Brasil tenha um mercado de criptomoedas maior, a empresa afirma que a Argentina é uma das nações mais ativas na recepção de criptomoedas na Latam.
Relatório: Argentina Supera o Brasil como Refúgio de Adoção de Criptomoedas na América Latina

Relatório Latam da Sherlock Communications Destaca Avanços na Adoção de Cripto na Argentina
A América Latina é um dos maiores mercados endereçáveis para cripto, e a Argentina é um dos países com maior adoção na região. A Sherlock Communications, uma empresa focada na Latam, lançou o seu Relatório Blockchain Latam 2025, onde especifica que a Argentina emergiu como um dos centros de adoção de criptomoedas na região, superando até o Brasil.
O documento oferece uma visão geral da adoção e regulação de cripto na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, México, Paraguai e Peru.
Comparando todas essas nações, a Sherlock Communications declarou que, embora “o Brasil continue sendo o maior mercado de criptomoedas na América Latina”, a Argentina tem feito progressos, tornando-se o país com “a regulação e adoção mais bem-sucedida e consolidada de moedas digitais.”
A empresa reforça que, embora a Argentina ocupe o 4º lugar regional no último índice global de adoção da Chainalysis, os argentinos receberam US$ 91 bilhões em blockchain entre julho de 2023 e junho de 2024. Isso faz dela o país mais ativo na recepção de cripto, até ultrapassando o Brasil, que possui apenas um quinto de sua população.
A Sherlock Communications estabelece uma diferença que pode oferecer uma visão sobre o nível de adoção entre esses dois países. Enquanto a adoção no Brasil é liderada por instituições financeiras tradicionais, sugerindo um processo de cima para baixo, os movimentos cripto da Argentina são dominados por bolsas de criptomoedas, tradicionalmente mais abertas aos usuários.
O Brasil também tem um nível de adoção relativamente alto, estimado em cerca de 4% da população (quase 6,5 milhões). No entanto, a Sherlock Communications aponta que as recentes medidas anti-cripto do governo brasileiro “têm o potencial de levar o mercado doméstico para o exterior” devido à facilidade de acesso às plataformas de cripto estrangeiras.
“O governo brasileiro claramente não entende como a comunidade cripto pensa e age,” concluiu a empresa, pintando um panorama sombrio para o futuro das cripto em uma das maiores economias do mundo.
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