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Projeto Biometric Crypto ID World Lança Build Latam na Argentina, Revela Novos Processos de Segurança de Dados

World, o projeto de criptomoeda e ID biométrico, lançou o Build Latam na Argentina, um programa destinado a capacitar projetos de tecnologia a utilizar os serviços da World em seus produtos. Martín Mazza, gerente regional da Tools for Humanity para a América Latina, explicou as novas medidas de segurança que o projeto implementou para proteger os dados dos usuários.

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Projeto Biometric Crypto ID World Lança Build Latam na Argentina, Revela Novos Processos de Segurança de Dados

World Lança Incentivos Focados na Latam, Discute Novas Medidas de Segurança na Argentina

Apesar da forte oposição que enfrentou de governos locais na América Latina, a World está se esforçando para aumentar sua influência e adoção na região. Recentemente, a iniciativa biométrica e de identidade lançou o Build Latam, um programa destinado a capacitar projetos regionais que utilizam seus serviços em várias áreas-chave da indústria.

O programa, que fornecerá 1 milhão de tokens WLD a 15 projetos diferentes na Latam, foi recentemente revelado na Argentina, destacando a relevância do país para a empresa. No lançamento, o Gerente Regional da Latam da Tools For Humanity, Martin Mazza, enfatizou que a empresa estava implementando novas medidas de segurança para manter os dados dos usuários seguros.

Mazza explicou que, desde outubro, a World implementou um protocolo de Computação Multipartidária Anonimizada (AMPC) para melhorar a segurança dos dados dos usuários. Explicando o funcionamento interno desta abordagem, Mazza afirmou:

O que o sistema faz é, para essa prova anônima de humanidade, dividi-la em diferentes segredos que são armazenados em diferentes bancos de dados guardados por diferentes universidades.

“É como dividir o que chamamos de frase chave em diferentes partes e armazená-las em diferentes bancos de dados mantidos por diferentes universidades,” acrescentou, enfatizando os ganhos em segurança para os usuários e para o projeto.

Mazza esclareceu que a World não oferecia dinheiro em troca da verificação de usuários, e que as recompensas dadas aos usuários eram oferecidas na forma de Worldcoin, o token nativo do protocolo. “Este ativo lhe dá propriedade sobre a rede, é a maneira de participar do valor que ela pode ter no futuro e na governança da própria rede,” afirmou.

A Argentina é um dos países com maior participação no protocolo, com mais de 2,2 milhões de argentinos já tendo verificado sua identificação lendo suas íris em um orb, uma máquina de escaneamento ocular.

Leia mais: Popularidade da World Dispara na Argentina: Mais de 2,2 Milhões de Usuários Registrados

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