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Os mercados caem à medida que Trump mira na UE e iPhones com tarifas

Este artigo foi publicado há mais de um mês. Algumas informações podem não ser mais atuais.

A mais recente proposta tarifária do Presidente Donald Trump lançou os mercados financeiros em um turbilhão, provocando uma queda acentuada nos principais índices de ações dos EUA.

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Os mercados caem à medida que Trump mira na UE e iPhones com tarifas

Retaliação da UE se aproxima enquanto Trump emite ultimato tarifário

De acordo com vários relatórios, o presidente revelou um novo plano ousado: um imposto de 50% sobre importações da União Europeia e uma tarifa de 25% sobre iPhones fabricados no exterior, ambos programados para entrar em vigor em 1º de junho. Segundo a administração Trump, o objetivo é duplo—colocar pressão sobre a UE em meio a tensões comerciais em curso e incentivar a produção de gadgets tecnológicos populares de volta ao solo americano.

Mercados caem à medida que Trump mira na UE e nos iPhones com tarifas
Nasdaq às 11h ET.

Wall Street não perdeu tempo para reagir. O Dow Jones Industrial Average despencou, e o S&P 500 e Nasdaq seguiram o exemplo com perdas acentuadas. Esta retirada rápida destaca a crescente ansiedade dos investidores sobre o possível efeito dominó no comércio internacional e nos resultados das empresas.

Mercados caem à medida que Trump mira na UE e nos iPhones com tarifas
S&P 500 às 11h ET.

Apple, no centro deste abalo, viu suas ações caírem enquanto investidores preocupados que os custos adicionais possam levar a preços mais altos e enfraquecerem a demanda pelo popular iPhone. Outros gigantes globais em tecnologia, automóveis e bens de consumo também estão se preparando para um caminho mais difícil e mais caro pela frente.

Desde que Trump assumiu o cargo, economistas vêm soando o alarme, avisando que essas tarifas podem aumentar os preços para os consumidores e desacelerar o ritmo de expansão econômica. Enquanto isso, a UE pode reagir com seu próprio conjunto de taxas, aumentando a pressão e ameaçando o fluxo do comércio.

Embora a Casa Branca insista que as tarifas são uma manobra estratégica nas negociações comerciais, ainda não há avanços nas negociações. Autoridades dos EUA e da UE continuam em discussão, e todos sabem que um impasse prolongado pode prolongar as oscilações do mercado.

Com a ameaça de bens americanos mais caros e orçamentos domésticos mais apertados se aproximando, a situação representa novos desafios para consumidores e investidores. Com Wall Street se preparando para mais altos e baixos, o verdadeiro impacto dessas tarifas propostas ainda está se desenrolando.