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Operador de Esquema Ponzi de Cripto do Brasil Condenado a 128 Anos de Prisão

O sistema judiciário brasileiro condenou Joel Ferreira de Souza a 128 anos, 5 meses e 28 dias de prisão. Souza foi identificado como o principal operador da Braiscompany, um esquema de criptomoedas brasileiro que arrecadou mais de 100 milhões de dólares de quase 20.000 investidores.

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Operador de Esquema Ponzi de Cripto do Brasil Condenado a 128 Anos de Prisão

Operadores de Esquema Ponzi de Criptomoedas no Brasil Recebem Sentenças Combinadas de Mais de 170 Anos de Prisão

O sistema judiciário brasileiro concluiu um caso contra os líderes da Braiscompany, um dos maiores esquemas de criptomoedas já registrados no país. De acordo com documentos do caso obtidos pela mídia local, três indivíduos foram considerados culpados por diferentes crimes e sentenciados a passar mais de 170 anos na prisão.

Gesana Rayane Silva, Joel Ferreira de Souza e Victor Augusto Veronez de Souza foram identificados como parte da operação Braiscompany, cada um fornecendo diferentes serviços que ajudaram a obfuscar o destino dos fundos dos investidores.

De Souza foi identificado como o principal operador do esquema, operando várias empresas de fachada e gerenciando portfólios de criptomoedas para terceiros com alto rendimento. De Souza foi considerado culpado de 11 acusações de lavagem de dinheiro, recebendo uma sentença de 128 anos, 5 meses e 28 dias de prisão.

Rayane Silva foi reconhecida como uma das corretoras da empresa, também fornecendo transporte de dinheiro e intermediação de transações financeiras. Silva foi sentenciada a 27 anos, 10 meses e 10 dias de prisão.

Por fim, Veronez de Souza, identificado como filho de Joel, fazia parte de uma empresa que facilitava transações financeiras ilícitas para a Braiscompany. Por esses crimes, ele foi sentenciado a 15 anos de prisão.

Duas pessoas foram absolvidas de qualquer irregularidade, pois não havia provas ligando-as aos crimes de lavagem de dinheiro. A sentença conclui as ações legais contra a Braiscompany, um esquema de investimento em criptomoedas que movimentou mais de 400 milhões de dólares de seus investidores no Brasil.

No ano passado, o mentor e proprietário da Braiscompany, Antonio Inacio Da Silva Neto, e sua parceira, Fabricia Farias Campos, foram presos na Argentina e extraditados para o Brasil. O casal fugiu do país, pois também foi sentenciado a passar mais de 150 anos na prisão, 88 anos e 7 meses para Da Silva Neto e 61 anos e 11 meses para Farias Campos.

Leia mais: Fundadores de Esquema Ponzi de Criptomoedas de 400 Milhões de Dólares Presos na Argentina

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