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Novos Dados da CompareForexBrokers Mostram que os Custos de Mineração de Bitcoin Variam 35 Vezes por País

COMUNICADO DE IMPRENSA.
CompareForexBrokers publicou uma nova pesquisa sobre o custo ambiental da mineração de Bitcoin em 2025. A análise utiliza os números mais recentes de hashrate, benchmarks de eficiência de hardware e dados de intensidade de emissões da Agência Internacional de Energia. As descobertas mostram que o custo ambiental de produzir um Bitcoin pode ser 35 vezes maior dependendo do país.
De acordo com o estudo, um Bitcoin minerado no Cazaquistão produz quase 600 toneladas de dióxido de carbono, enquanto um Bitcoin minerado no Paraguai está ligado a menos de 20 toneladas. Este contraste marcante demonstra como a geografia, a mistura de eletricidade e a infraestrutura energética são agora centrais para a pegada ambiental da mineração de Bitcoin.
Os Estados Unidos permanecem o maior contribuinte para a atividade de mineração global, com uma estimativa de 38% do hashrate mundial. Nesta escala, a mineração nos EUA produz aproximadamente 325 toneladas de dióxido de carbono por moeda. Com mais de 170 moedas mineradas por dia, isso resulta em mais de 20 milhões de toneladas de emissões de carbono anualmente. Para colocar isso em perspectiva, isso é mais do que a produção anual de países inteiros como Islândia, Uruguai ou Namíbia.
No Cazaquistão, a energia a carvão domina a rede elétrica. Quase um a cada cinco watts de geração nacional é consumido por instalações de mineração de Bitcoin. Como resultado, a intensidade de carbono de cada Bitcoin produzido no Cazaquistão é a mais alta entre os principais países mineradores. Novas taxas e impostos governamentais foram introduzidos para conter o uso de energia, mas a fiscalização é irregular e a dependência do carvão continua.
Em contraste, países com acesso a energia hidrelétrica de baixo custo geram emissões muito menores por moeda. No Paraguai, onde o excedente de energia da Usina de Itaipu é usado para mineração, o custo de carbono de um Bitcoin é inferior a 5% do produzido no Cazaquistão. No Canadá, outro país rico em hidrelétricas, a figura é em torno de 34 toneladas de dióxido de carbono por moeda, um décimo do nível dos EUA.
A rede Bitcoin recompensa todo o hashrate da mesma forma, seja ele operado a carvão, gás ou renováveis. Para legisladores e investidores, no entanto, o que importa é a fonte dessa energia. Duas moedas idênticas podem ter custos de carbono muito diferentes dependendo de onde são mineradas.
As diferenças ambientais têm implicações que vão além das preocupações com o clima. Para os reguladores, as descobertas levantam questões sobre a concentração de atividade de mineração em regiões pesadas em carvão. Para investidores institucionais, os números destacam os riscos de apoiar empresas de mineração que não estão alinhadas com os padrões de sustentabilidade.
Nos EUA, onde as emissões da mineração são equivalentes à produção anual de mais de quatro milhões de carros a gasolina, os reguladores já estão atentos. O Departamento de Energia retomou o rastreamento de cargas de mineração de criptomoedas como parte de sua estrutura de relatórios mensais. Legisladores estão considerando novas medidas, como taxas mais altas durante períodos de alta demanda, divulgação obrigatória das fontes de energia e limites a subsídios para instalações de alta intensidade energética.
Ao mesmo tempo, empresas de mineração americanas estão buscando atrair investimentos promovendo o uso de energia renovável. Algumas empresas estão construindo instalações solares ou eólicas próprias, enquanto outras estão assinando acordos de energia de longo prazo com fornecedores hidrelétricos. Essas medidas podem reduzir custos e emissões significativamente, mas a indústria carece de padrões de relatório consistentes, dificultando a comparação entre operadores.
A questão das emissões não se limita aos EUA e ao Cazaquistão. Na Irlanda, cerca de 8% da eletricidade nacional é consumida pela mineração de Bitcoin, grande parte em instalações estilo centro de dados. Em Singapura, a mineração representa mais de 5% da rede. Em ambos os países, as emissões totais por Bitcoin são menores do que em nações pesadas em carvão, mas a parcela do uso nacional de eletricidade destaca a escala do setor.
Globalmente, a mineração de Bitcoin agora consome mais de 140.000 gigawatts-hora de eletricidade por ano, colocando a rede entre os 30 maiores consumidores de energia no mundo. Se o Bitcoin fosse um país, estaria logo atrás da Argentina e à frente da Suécia e dos Países Baixos.
Esses números mostram que o impacto ambiental e econômico da mineração de Bitcoin não é mais uma questão marginal. Em alguns países, a mineração consome uma parte de dois dígitos do total de eletricidade nacional. Em outros, as emissões por moeda excedem as de processos industriais importantes.
A pesquisa do CompareForexBrokers conclui que a questão de onde um Bitcoin é minerado é agora tão importante quanto como. Geografia, mix de rede e infraestrutura determinam não apenas a lucratividade, mas também a sustentabilidade. Com legisladores debatendo novas restrições e investidores dando mais peso ao impacto ambiental, a distribuição global de mineração pode mudar novamente nos próximos anos.
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