Isabel Longhi, Diretora de Política Pública e Assuntos Regulatórios para a América Latina na Ripple, comentou sobre a relevância da região para a indústria cripto. Ela explicou que a Ripple quer fazer parte das mudanças regulatórias e também destacou como os projetos de CBDC desaceleraram na América Latina.
Diretor da Ripple: Latam Está Liderando a Discussão Mundial sobre Criptografia

Diretora da Ripple Isabel Longhi Enfatiza que América Latina Lidera a Discussão sobre Cripto ao Redor do Mundo
As empresas de cripto estão prontas para reconhecer a inovação e a adoção de cripto que nasceram na América Latina. Isabel Longhi, Diretora de Política Pública e Regulamentação para a América Latina na Ripple, destacou a importância da região para o ecossistema mais amplo de criptomoedas.
Em uma entrevista recente com a Criptonoticias, à margem do Blockchain Rio, um evento que espera reunir 20.000 pessoas para discutir as tendências atuais de cripto, Longhi se referiu à intenção da Ripple de estar envolvida nas mudanças regulatórias que estão ocorrendo na América Latina.
“Queremos fazer a parte regulatória de stablecoins, tokenização e também provedores de serviços de ativos virtuais (VASPs)”, enfatizou, destacando que a empresa oferecerá sua assistência onde quer que seja necessário devido ao seu envolvimento em sistemas de pagamento.
Longhi comentou sobre o estado das moedas digitais de bancos centrais (CBDCs) na região, com a Ripple oferecendo uma plataforma de CBDC e trabalhando anteriormente com as autoridades brasileiras e colombianas. Ela afirmou que o impulso das CBDCs desacelerou na América Latina, mas que a Ripple apoiará essas iniciativas onde for necessário.
Ela declarou:
Agora, a questão das CBDCs não está evoluindo como no passado. Não só no Brasil, mas em toda a América Latina, ou talvez globalmente. O desenvolvimento desses projetos desacelerou um pouco. É por isso que não estamos tão engajados com isso. Mas é algo que a Ripple, se puder, apoiará.
Mesmo ao reconhecer que nem todos os países haviam promulgado uma regulamentação abrangente de cripto, elogiando o Brasil, a Argentina e a Colômbia, e criticando o México e o Chile, Longhi enfatizou que a América Latina estava “servindo como líder na discussão de criptomoedas para o mundo inteiro.”
A popularidade da Ripple na América Latina já cresceu, com 12% de todas as carteiras de cripto possuindo XRP, de acordo com um relatório emitido pela Bitso, uma exchange de cripto baseada na América Latina.
Leia mais: Relatório Bitso: XRP Surge como um Cavalo Preto nas Carteiras da América Latina
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