A poderosa engrenagem computacional do Bitcoin está se mostrando mais forte do que nunca, enquanto a rede adicionou impressionantes 111 exahashes por segundo (EH/s) em apenas oito dias—catapultando a taxa de hash para incríveis 1.107 EH/s. Seja o que for que está alimentando essa besta, está levando a rede para territórios desconhecidos.
Dificuldade de Registro, Recompensas Menores—Então, o que está Impulsionando a Corrida do Hashrate do Bitcoin?

Por Trás da Cortina da Taxa de Hash: Novos Equipamentos Sugerem uma Revolução na Mineração
O esforço do Bitcoin nunca foi tão intenso—a dificuldade da rede recentemente atingiu um recorde de 142,34 trilhões, enquanto a receita de mineração caiu, deixando os mineradores ganhando menos por petahash do que há um mês. A força está crescendo, mas o salário parece magro.
De acordo com os dados de taxa de hash do hashrateindex.com, a taxa de hash do Bitcoin alcançou 1.107 EH/s na média móvel simples de sete dias (SMA)—sim, isso é um total de 1.107 zettahash por segundo (ZH/s). Esse é o paradoxo—a dificuldade está no teto, as receitas dos mineradores estão caindo, mas a taxa de hash continua subindo.

Culpe um novo grupo reluzente de cavalos de silício que estão chegando às prateleiras, impulsionando a taxa de hash em alta velocidade. A última geração de equipamentos de mineração, mais rápidos e eficientes do que seus antecessores, são quase certamente a força por trás do súbito aumento da rede para nível de zettahash.
Eficiência não é apenas uma palavra da moda aqui—é a vantagem que permite aos mineradores extrair mais hash de cada watt. A explosiva ascensão da taxa de hash é menos um surto misterioso e mais a assinatura de equipamentos novos e sofisticados, operando em velocidades vertiginosas e reescrevendo a base do poder computacional do Bitcoin.
No último ano, titãs da mineração como Bitmain, MicroBT, Canaan, Auradine e Block lançaram uma nova geração de circuitos integrados de aplicação específica (ASICs) que fazem os modelos antigos parecerem antiquados. A eficiência em joules por terahash foi reduzida, e uma dessas novas máquinas gera um petahash por segundo—deixando a era do terahash para trás.
A mineração de Bitcoin cruzou oficialmente para um novo capítulo onde equipamentos de classe empresarial estão reescrevendo as regras. Os ganhos de eficiência são impressionantes, as demandas de energia implacáveis, e a competição é feroz. A era do terahash e do exahash está se tornando história—os mineradores de hoje devem ou dominar essas bestas de silício ou correr o risco de serem atropelados por uma corrida de taxa de hash que não mostra sinais de desaceleração.
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