A Coinbase está instando o Congresso a agir rapidamente, destacando seis prioridades para corrigir leis cripto quebradas, proteger os consumidores e impedir que a inovação em blockchain fuja para o exterior.
Coinbase Pressiona o Congresso com 6 Prioridades para Reformar a Lei de Criptoativos
Este artigo foi publicado há mais de um ano. Algumas informações podem não ser mais atuais.

6 Prioridades que Coinbase Está Incentivando para Corrigir a Lei Cripto Quebrada dos EUA
A exchange de criptoativos Coinbase (Nasdaq: COIN) está instando o Congresso a tomar medidas sobre a regulamentação de criptoativos, destacando seis “principais prioridades legislativas” necessárias para fornecer clareza para os inovadores e proteger os consumidores.
Em um post no blog de 19 de fevereiro, Faryar Shirzad, diretor de políticas da Coinbase, enfatizou que a falta de regulamentações claras está levando a inovação em blockchain para o exterior e deixando milhões de usuários americanos de cripto expostos a riscos. Ele ressaltou a necessidade de uma legislação acessível, afirmando: “Policymakers, desenvolvedores e o público não precisam ser especialistas em cripto para entender essas regras. A legislação deve ser acessível e direta, evitando complexidade desnecessária.” A Coinbase argumenta que estabelecer regras claras garantirá que os EUA permaneçam líderes na inovação de ativos digitais.
A Coinbase detalhou que a primeira prioridade é definir ativos digitais e transações, garantindo clareza legal para construtores, investidores e consumidores, distinguindo entre valores mobiliários, commodities e outros tipos de tokens. A segunda prioridade é dar à Comissão de Negociação de Futuros de Commodities a autoridade sobre o mercado à vista de cripto, como afirma a Coinbase:
Ativos digitais como bitcoin e ethereum são commodities, não valores mobiliários. A legislação deve capacitar a Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC) para supervisionar o mercado à vista de cripto, garantindo transparência e protegendo os consumidores de fraudes e manipulações.
A terceira prioridade é estabelecer regras claras para a Comissão de Valores Mobiliários (SEC) sobre captação de capital, permitindo que desenvolvedores de blockchain financiem projetos sem classificações restritivas de valores mobiliários. A quarta prioridade é criar uma estrutura para stablecoins, garantindo que esses ativos digitais sejam totalmente lastreados, transparentes e promovam a competição dentro do sistema financeiro. A quinta prioridade é proteger as finanças descentralizadas (defi) e o comércio digital, garantindo que contratos inteligentes, plataformas defi e tokens não fungíveis (NFTs) possam operar sem regulamentação excessiva. A prioridade final é esclarecer a supervisão para entidades cripto centralizadas, garantindo que exchanges e custodiantes sigam regulamentações estaduais ou federais claras, permitindo que alternativas descentralizadas prosperem.
Shirzad alertou sobre os perigos da inação, afirmando:
Os riscos da inação são claros. Sem clareza regulatória, os EUA continuarão perdendo sua vantagem na inovação em blockchain. Desenvolvedores e empresas buscarão oportunidades no exterior, e os consumidores continuarão vulneráveis a fraudes e falhas sistêmicas.
A Coinbase argumenta que abordar essas seis prioridades criará uma estrutura regulatória equilibrada que apoia a inovação enquanto protege os usuários.
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