O porta-voz da Embaixada da China nos EUA, Liu Pengyu, afirmou que politizar e usar questões comerciais como arma vai contra o ethos do que os EUA pretendem defender: competição justa e livre comércio entre a China e os EUA.
China pede aos EUA que parem de militarizar questões comerciais
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China Reclama que os EUA Estão Usando Questões Comerciais Como Arma
A transformação das relações comerciais em arma pelo governo dos EUA está começando a irritar a China, um dos gigantes do mundo do comércio. A Embaixada da China pediu ao governo dos EUA que pare de usar questões comerciais como arma, politizando-as e considerando-as parte da estratégia de segurança nacional.
Em conversa com a TASS, agência oficial de notícias da Rússia, o porta-voz da Embaixada da China nos EUA, Liu Pengyu, comentou sobre a necessidade de normalizar as relações comerciais entre as duas nações.
Pengyu pediu ao governo dos EUA que “pare de politizar e usar como arma questões econômicas e comerciais e promova condições necessárias para a cooperação econômica e comercial entre os dois países.”
Os comentários surgem quando a administração Trump estabelece novas barreiras para empresas chinesas investirem em solo americano. Na sexta-feira, Trump emitiu um memorando para “restringir a exploração de seu (EUA) capital, tecnologia e conhecimento por adversários estrangeiros como a China para garantir que apenas aqueles investimentos que sirvam aos interesses americanos sejam permitidos.”
Pengyu declarou que esse comportamento contradiz o ethos das políticas de mercado livre que deveriam governar as relações comerciais entre as duas nações. Ele afirmou:
Expandir excessivamente o conceito de segurança nacional e obstruir deliberadamente a troca econômica e comercial normal por agenda política contraria os princípios da economia de mercado, competição justa e livre comércio, que os EUA afirmam defender.
As tensões entre os dois países têm aumentado desde que a administração Trump promulgou tarifas de 10% sobre importações chinesas, e a China retaliou com impostos semelhantes sobre carvão, gás e outros produtos.
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A China já apresentou uma queixa à Organização Mundial do Comércio (OMC), chamando essas tarifas de “discriminatórias e protecionistas”. Ela afirma que estas violam as regras comerciais e são apoiadas por “alegações infundadas e falsas” ligando a China ao influxo de fentanil no país.
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